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30/09/2013 - SEGS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Seguradoras perdem mais de R$ 100 milhões por ano em fraudes detectadas e não comprovadas

Por: Pedro Duarte


Apesar dos avanços em controles internos e externos, que têm resultado em números menos assustadores quanto às fraudes em seguros, as companhias ainda convivem com um aspecto preocupante: o alto volume de sinistros irregulares em que as ferramentas e sistemas disponíveis, além da própria legislação de proteção de dados, impedem que as ações sejam enquadradas como fraude, de modo que as seguradoras não podem negar a indenização.

Segundo dados da CNseg, divulgados no seminário “Prevenção à Fraude contra o Seguro”, realizado em São Paulo na sexta-feira (27/09), o setor pagou R$ 110,7 milhões em fraudes detectadas, porém não comprovadas, abrangendo todos os ramos.

O ramo de Automóvel é o mais afetado, embora tenha melhorado as estatísticas na comparação de 2012 sobre 2011. No ano passado, o segmento foi responsável pelo pagamento de R$ 90,58 milhões de sinistros com fraudes detectadas. Em 2011, a situação era ainda pior com R$ 121,1 milhões.

O mesmo fenômeno – diminuição dos valores pagos em sinistros com fraudes detectadas porém não comprovadas , considerando a variação de 2011 para 2012 – acontece, por exemplo, no ramo de Transportes (R$ 7,4 milhões para R$ 1,7 milhão), mas aumenta no ramo Patrimonial (R$ 1,4 milhão para R$ 4,4 milhões) e no DPVAT (R$ 10 milhões para R$ 13 milhões).

Os resultados sugerem que a guerra contra fraudadores cada vez mais audazes e especializados tem se mostrado eficaz na grande maioria dos ramos, mas precisa melhorar ainda mais para que seja cada vez menor a quantidade de sinistros indenizados, mesmo quando há fraude detectada.

O cenário geral não é muito animador, porém, se levarmos em conta a expansão em milhões dos sinistros suspeitos para todos os ramos. Enquanto em 2011 a CNseg apurou cerca de R$ 1,9 bilhão, em 2012 esse número saltou para quase R$ 2,2 bilhões, comprovando que o problema se projeta com um dos maiores desafios do mercado atual e futuro.

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