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02/10/2013 - O Tempo / SuperNotícia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende casal que vendia diplomas falsos de corretor de imóveis em Uberlândia

Por: Mábila Soares

Suspeitos foram pegos com documentos ligados a uma instituição de Brasília, que nega envolvimento no esquema; certificado era negociado de R$ 800 a R$ 1.500.

A Polícia Federal de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, prendeu nesta quarta-feira (2) um casal suspeito de vender diplomas falsos com certificação do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas Gerais (Creci-MG). Os suspeitos foram pegos com documentos ligados a uma instituição de Brasília, que nega envolvimento no esquema. O certificado era negociado de R$800 a R$ 1.500.

De acordo com o chefe da Polícia Federal de Uberlândia, Carlos Henrique Cotta D'ângelo, a investigação durou cerca de cinco meses e começou após denúncias do conselho, que desconfiava de alguns membros.

Segundo o delegado, para atuar na cidade como corretor e participar de reuniões e votações dentro Creci-MG, é necessário ter o diploma. "Depois que a gente passou a monitorá-los, foi cumprida uma ordem da Justiça Federal na casa deles e no escritório supostamente usado como escola. Dezenas de documentos emitidos em nome de uma escola sediada em Brasília foram apreendidos. Nós também entramos em contato com essa instituição e eles disseram que não têm ligação com o casal e não deram autorização para eles atuarem em Minas. Mas, como foram apreendidos vários documentos em nome dessa escola, eles terão que esclarecer o que houve". O casal mantinha um escritório em um prédio comercial no centro de Uberlândia.

De acordo com Carlos Henrique, além do casal, as pessoas que compraram o diploma também cometeram crime e responderão por falsidade ideológica ou uso de documento falso. Já os suspeitos vão responder por falsificação de documento, estelionato e, possivelmente, formação de quadrilha. Eles eram investigados por negociar diplomas nas cidades de Uberlândia, Uberaba e Ituiutaba. “A gente não sabe precisar o número certo, mas posso dizer que são centenas de documentos falsos vendidos", conta.

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