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26/09/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Contador de Madoff é acusado de ajudar a criar registros falsos

SEC diz que a ajuda do contador foi fundamental para enganar os clientes. Ele teria ajudado a registrar informações falsas gerando registros falsos.

A SEC, xerife do mercado dos EUA, acusou nesta quinta-feira (26), o contador de muitos dos clientes mais antigos e ricos de Bernard Madoff por seu papel na criação de falsos livros e registros usados ​​no esquema de pirâmide.

Bernard Madoff, uma celebridade de Wall Street, foi preso em dezembro de 2008 e está cumprindo uma condenação de 150 anos de prisão, após uma fraude gigantesca através do denominado esquema de pirâmide Pozzi, pelo qual utilizava fundos de novos clientes para pagar ou reembolsar os clientes mais velhos.

A SEC diz que a assistência de Paul Konigsberg culminou em informações erradas sobre negócios e também no desenvolvimento de "dados e registros documentando as negociações falsas que eram, por sua vez, refletiam de forma falsa nos livros e registros da empresa de Madoff, a Bernard L. Madoff Investment Securities LLC (BMIS).

“Konigsberg desempenhou papel vital na enganação dos clientes mais antigos e mais ricos durante muitos anos", disse disse Andrew M. Calamari, diretor do escritório regional da SEc em Nova York. "A concordância, cooperação e colaboração de Konigsberg foram fundamentais para a fraude de Madoff", disse.

Pirâmide

As vítimas de Madoff incluíam organizações beneficentes, grandes corporações bancárias, magnatas de Hollywood e especialistas investidores financeiros.

Sua fraude piramidal, a maior fraude na bolsa já conhecida, alcançou entre US$ 17,3 e US$ 65 bilhões, dependendo se for contabilizado apenas o capital investido ou se forem incluídos os juros. Foi encurralado em dezembro de 2008, quando, com a crise, um número crescente de investidores quis recuperar seu dinheiro.

Ele cumpre pena na prisão de Butner, na Carolina do Norte (sudeste), onde trabalha por US$ 170 por mês.

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