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20/09/2013 - Amazonas Em Tempo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-diretora do Manausprev é suspeita de lavagem de dinheiro em operação da PF


O apartamento da ex-diretora do Manausprev, Danielle Leite, foi alvo de cumprimento de mandado pela Polícia Federal do Amazonas, ontem (19), em decorrência da operação ‘Miquéias’, que visava desarticular duas organizações criminosas por lavagem de dinheiro e desvio dos recursos de entidades previdenciárias públicas, num rombo que chegou a R$ 300 milhões em 18 meses.

Danielle leite é acusada de participação em lavagem de dinheiro da previdência municipal, causando perda de R$ 40 milhões à entidade com aplicações feitas no BVA, liquidado em junho pelo Banco Central. Ela foi ouvida durante a tarde na sede da Polícia Federal, no conjunto Dom Pedro 2, Zona Centro-Oeste de Manaus.

Mais de 300 policiais de todo o país cumpriram 102 mandados judiciais, sendo cinco de prisão preventiva, 22 de prisão temporária e 75 de busca e apreensão em nove estados.

Das cidades onde foi executada a operação, Manaus foi a única capital com descoberta das fraudes na previdência municipal. Além do Amazonas, os mandados foram direcionados ao Distrito Federal e aos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão e Rondônia.

De acordo com a Delegacia Regional da Polícia Federal, o nome da operação faz referência ao denunciante dos governantes, chefes e ricos das cidades de Jerusalém e Samaria que roubavam o povo, de acordo com relatos do Antigo Testamento.

Segundo a Polícia Federal, o caso vem sendo investigado há um ano e meio, com apuração de lavagem de dinheiro por meio da utilização de contas bancárias de empresas de fachada ou fantasmas, abertas em nome de “laranjas” ou “testas de ferro”, de forma a ocultar os verdadeiros responsáveis por tais movimentações.

Após o dinheiro ser depositado nas contas das empresas, eram realizadas outras movimentações para serviços de terceirização e movimentado para as demais contas pertencentes à quadrilha, até ser sacado. Depois do saque, o dinheiro era transferido para terceiros com objetivo de não chamar a atenção dos órgãos de fiscalização.

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