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23/09/2013 - SEGS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Conheça as fraudes mais comuns em seguros e por que são praticadas

Por: Pedro Duarte


A advogada Ana Rita Petraroli, da Petraroli Advogados, foi uma das palestrantes do seminário “Fraude em Seguros de Benefícios”, promovido na semana passada pelo Clube de Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP) e AIDA Brasil. Apesar do foco do evento em coberturas de pessoas, a apresentação dela foi além no relato dos fatos mais comuns em seguros, abrangendo outros ramos.

Segundo a especialista, emprestar a carteirinha de convênio médico para outra pessoa utilizar, obter mais de um recibo para o mesmo procedimento médico, além de fazer cirurgia plástica, aproveitando-se de outro procedimento cirúrgico, bem como contratar Seguro de Vida com omissão de doença pré-existente e até simular acidente ou a própria morte estão entre as ações fraudulentas mais corriqueiras.

Ampliando a lista, Ana Rita mencionou também a combinação de superfaturamento de orçamento nas oficinas de conserto de automóveis, omissão de fatos na vistoria de veículos, falsificação de dados da ocorrência do sinistro (seja em caso de roubo, incêndio ou colisão), incêndio premeditado do próprio negócio, utilização de notas frias para reclamar prejuízos e declaração de perdas inexistentes.

Quanto à motivação, estudos internacionais apontam que grande parte das pessoas que comete fraudes em seguros sabe que é crime, mas acha que nada será descoberto (24%), seguido da ideia de que não existe punição, além da situação financeira debilitada e do conceito de que é uma forma de recuperar o dinheiro investido no seguro.

“Porque é fácil”, “porque as seguradoras ganham muito dinheiro”, “porque não sabem que é crime”, “porque todo mundo faz” e “porque ninguém sai prejudicado” completam a lista de justificativas.

Segundo Ana Rita, o grande problema está na baixa cultura do seguro em conjunto com a famosa “Lei de Gérson”, que está na base do comportamento de quem quer levar vantagem em tudo.[2]

A palestrante contou que ela mesma passou por um episódio recente, por ocasião de um sinistro de Auto. A ocorrência foi durante o dia e à noite Ana Rita recebeu uma ligação do marido da pessoa envolvida na colisão, sugerindo que fizessem um novo Boletim de Ocorrência para incluir um carro com seguro, pois o veículo da batida não tinha. Sem concordar com a ideia, ela informou o interlocutor que trabalhava com seguros e militava justamente no combate às fraudes. A linha caiu e, dessa vez, o plano do fraudador não prosperou.

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