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18/09/2013 - Último Segundo / IG Economia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasileiro gasta em pirataria o equivalente a todas as compras pela internet

Por: Wanderley Preite Sobrinho

Comércio de produtos falsificados chegou a R$ 23,8 bilhões em 2012, quase 24 Itaquerões, o novo estádio do Corinthians.

Os brasileiros gastaram R$ 23,8 bilhões em produtos piratas em 2012, valor um pouco superior a tudo o que eles desembolsaram comprando pela internet no mesmo ano (R$ 22,5 bi). Com esse dinheiro, daria para construir 24 Itaquerões, o estádio de quase R$ 1 bilhão que o Corinthians promete inaugurar em dezembro. O levantamento, inédito, foi produzido pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria (FNCP), que adiantou o número ao iG antes da apresentação completa da pesquisa nesta quarta-feira (18).

De acordo com o presidente do Fórum, Edson Luiz Vismona, São Paulo é o polo nacional de perfumes, brinquedos, softwares e relógios falsificados. “De dezembro de 2010 a dezembro de 2012 foram apreendidos somente na cidade de São Paulo 78 milhões de produtos, com valor de mercado equivalente a R$ 2 bilhões, o mesmo apreendido pela Receita Federal em todo o Brasil no mesmo período”.

Os quase R$ 24 bilhões que o consumidor nacional gastou com produto ilegal se aproxima da cifra desembolsada pelos brasileiros em compras pela internet, segundo dados do e-bit. O comércio eletrônico no Brasil faturou R$ 22,5 bilhões no ano passado e R$ 18,7 bilhões em 2011.

Pesquisa do Instituto Data Popular informa que 58% dos brasileiros já compraram pelo menos uma mercadoria pirata no último ano: 58% dos homens e 55% das mulheres. Para Vismona, é preciso “articular ações entre o setor privado, o Estado e a sociedade” para evitar a pirataria.

Gabiente anti-pirataria

O presidente do Fórum acredita que o comércio ilegal deve faturar ainda mais em 2013, pelo menos na capital paulista. Uma das principais razões é o “esvaziamento” do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança Municipal, que incluía a formulação de estratégias antipirataria entre suas atribuições.

O grupo – coordenado pela prefeitura – ganhou força em 2010, a partir de quando as reuniões passaram a acontecer duas vezes por mês. “Este ano não aconteceu nenhuma. Já fiz reuniões com secretários e subprefeito pedindo novos encontros, mas não recebi resposta”, garante Vismona.

O gabinete de gestão criava operações integrando os órgãos de fiscalização (como a Receita Federal, policias, Vigilância Sanitária e Procon) e entregava a tarefa de blitze à Guarda Civil Metropolitana (GCM).

De acordo com Vismona, a consequência pode ser medida em números: nos seis primeiros meses deste ano, a GCM apreendeu 477 mil itens ilegais, contra 2 milhões no mesmo período de 2012. A secretaria de Coordenação das Subprefeituras contesta a informação ao afirmar que, a partir deste ano, só se computou o que foi confiscado em locais públicos. Até o ano passado, também se somava o que era apreendido em áreas privadas; número que não foi revelado.

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