Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FALSIFICAÇÃO DOCUMENTAL NOS PROCESSOS ELETRÔNICOS

Veja aqui a programação deste importante treinamento programado para o dia 16/08/2018 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

16/09/2013 - Alagoas 24 horas / Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Helicóptero de empresário detido em operação é apreendido no Recife


A Polícia Federal apreendeu na tarde de domingo um helicóptero no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes, na capital pernambucana. A aeronave - modelo Esquilo e valor estimado em R$ 2 milhões - tinha um mandado de apreensão emitido em Alagoas por pertencer a uma família suspeita de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e falsidade ideológica investigado na Operação Abdalônimo.

Segundo a polícia, o helicóptero havia saído da Paraíba com destino a Maceió, em Alagoas. No meio do trajeto, o piloto e o proprietário da aeronave pousaram em Recife para reabastecimento. Ao apresentarem o plano de voo para seguir viagem, os funcionários da Sala de Tráfego Aéreo (AIS) e da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) constataram que havia um alerta de apreensão do helicóptero emitido pela Polícia Federal. A corporação foi acionada e fez a apreensão.

A aeronave permanecerá no hangar da secretaria de Defesa Social até o seu transporte para o aeroporto de Maceió, previsto para ocorrer ainda nesta semana.

Operação Abdalônimo

O esquema de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e falsidade ideológica liderado por um empresário em Alagoas foi desarticulado em agosto deste ano na Operação Abdalônimo. A ação foi desencadeada pela Polícia Federal de Maceió após perceber a sua rápida evolução patrimonial. Na época foram cumpridos quatro mandados de prisão, 24 de busca e apreensão e oito de condução coercitiva (quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento) por 70 policiais federais e outros 25 servidores da Receita Federal.

A Receita Federal identificou que o empresário não havia declarado renda condizente com a evolução patrimonial. Durante as investigações, a Polícia Federal descobriu que o suspeito falsificava documentos, criava empresas de faixada e a ocultava de bens, com o uso de "laranjas". A quadrilha também usava de "fraude de execução", uma espécie de decretação de falência usada para não pagar credores. Depois de abrir a empresa, o empresário era excluído do quadro social para abertura de uma nova e alegava que os bens da qual se afastou não eram mais seus.

As investigações descobriram sonegação de impostos em empresas de diversos ramos, como o de concessionárias de veículos e de vestuário. Mais de 20 empresas participavam do esquema que envolvia "laranjas" e membros de uma mesma família. Eles tinham helicóptero, carros de luxo, avião e até fazendas adquiridas com o dinheiro. A suspeita é que o esquema tenha movimentado cerca de R$ 300 milhões.

O nome dado à operação remete à antiga Macedônia, onde um homem pobre, chamado de Abdalônimo, foi indicado por Alexandre, O Grande, para ser rei, passando abruptamente da pobreza à riqueza.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 128 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2018 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal