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23/08/2013 - Rádio Rio Vermelho / Jornal Opção Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MPGO denuncia fraude envolvendo Secretaria da Saúde de Goiânia e Santa Casa de Misericórdia

Por: Márcia Sousa


Quatro pessoas foram denunciadas pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) por desvio de verba na Santa Casa de Misericórdia de Goiânia, entre junho de 2010 e abril de 2012. São acusados pelo órgão o ex-secretário municipal de Saúde de Goiânia, Elias Rassi Neto, o ex-diretor do hospital, Sérgio Antônio Machado (atual professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás – PUC-GO), o ex-supervisor financeiro do hospital, Jader Silva Cabral, e o ex-assessor de planejamento da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e da Secretaria Municipal de Saúde, Sérgio Norio Nakamura.

Segundo a denúncia, Jader Silva Cabral, que atuou entre 2004 e 2011 nos quadros da Santa Casa, era o responsável pelo controle financeiro do hospital. O MPGO constatou que Cabral desviou R$ 167.265,00 de forma segmentada, durante o tempo que esteve à frente do departamento. O dinheiro era referente à contratação de serviços de pacientes particulares, como exames e consultas. Para encobrir, segundo a denúncia, ele justificava os desfalques afirmando desistência de serviços por parte dos usuários. Cabral provava os supostos cancelamentos com notas fiscais emitidas pela própria Santa Casa. Ele teria cometido os desvios entre junho de 2010 e outubro de 2011.

Sérgio Norio Nakamura, que na época era simultaneamente assessor de planejamento da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia e da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), entre agosto de 2011 a abril de 2012, intermediou o convênio que previa a transferência de R$ 900 mil da SMS para o hospital. O convênio foi firmado pelo então diretor da Santa Casa, Sérgio Antônio Machado, e o ex-secretário municipal de Saúde, Elias Rassi Neto, que de acordo com o plano operativo, visava apoiar projetos de ensino e serviço na Região Noroeste.

Segundo o MPGO, o desfalque foi justificado por Sérgio Nakamura como sendo direcionado a compra de materiais hospitalares, realizada pela Santa Casa, sem o processo licitatório. Todo o material foi encaminhado posteriormente ao almoxarifado da Secretaria de Saúde.

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