Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FRAUDES NAS EMPRESAS

Veja aqui a programação deste importante treinamento programado para o dia 26/04 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

10/09/2013 - Idest Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Mansão de traficante em Jaraguari avaliada em R$ 800 mil deve ser leiloada

Imóvel pertencia a ex-piloto do narcotraficante Juan Carlos Abadia, que está preso nos Estados Unidos. Ao todo 50 lotes que pertenciam a traficantes devem ser leiloados pela Justiça Federal.

A Justiça Federal de Mato Grosso do Sul leiloa nesta terça-feira (10), em Campo Grande, bens de traficantes, confiscados em processos de lavagem de dinheiro. São 50 lotes em leilão e a expectativa é arrecadar R$ 3 milhões.

Entre os bens disponíveis para lances, que podem ser feitos no auditório da Justiça Federal em Campo Grande e também pela internet, está uma mansão, que fica no município de Jaraguari, a 50 quilômetros da capital sul-mato-grossense. O imóvel pertencia a João Carvalho, conhecido como “Jacaré”, ex-piloto do narcotraficante Juan Carlos Abadia, que está preso nos Estados Unidos.

Carros, motos, caminhões e até trator também serão leiloados. Uma BMW, avaliada em R$ 250 mil, pertencia à mulher de um traficante paraguaio. Segundo o juiz federal Odilon Oliveira, o dinheiro arrecadado no leilão é depositado em conta da Caixa Econômica Federal, que repassa a verba à conta única do Tesouro Nacional.

Conforme o magistrado, a União utiliza o dinheiro aleatoriamente e, após o processo ser finalizado, o montante é destinado em até 40% à Polícia Federal e à polícia do Distrito Federal.

Outro carro de luxo disponível no leilão foi arrematado por R$ 192,5 mil e, como no primeiro leilão havia sido vendido por R$ 320 mil, acabou confiscado novamente pela Justiça. Dessa forma, o valor total que vai para os cofres da União é de R$ 512 mil, que será depositado em uma conta judicial até o fim do processo.

Nestes casos, por exemplo, caso o réu seja considerado inocente, o valor volta para ele, no entanto, em caso de condenação, a quantia é usada em ações de combate ao crime organizado, conforme explicado por Oliveira. (fonte: idest.com.br)

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 82 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2018 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal