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22/11/2007 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

"Empresário morto-vivo" usava documentos de defuntos para fazer negócios

Por: José Ribamar Trindade


O “empresário” Anderson Fernandes Machado, 40 anos, pode ser um mais atuantes estelionatários do Centro Oeste em atividade, com especialização em fal. O homem ér uma espécia de vivo-morto, atuando com personagens através de falsificação de documentos públicos e privados para aberturas de empresas fantasmas e contas correntes em nome de “laranjas” - pessoas usadas indevidamente. Só que, Anderson costumava usar documentos “esquentados” de pessoas já mortas para financiar carros, vender e não pagar.

Anderson Fernandes, um homem de boa aparência e muito bem vestido foi preso por agentes federais do Núcleo de Operações Especiais (NEO da Polícia Rodoviária Federal (PRF) por volta das 6 horas de ontem, no quilômetro 219, da BR-364, na altura da Serra de São Vicente, ainda na Jurisdição de Cuiabá.

Além da Carteira de Identidade em nome de Anderson Fernandes, a PRF também apreendeu, dentro do carrod ele, uma Parati com placa de São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais (MG), outras duas carteiras de identidades em nome de Francisco Prudêncio de Moares e Luciano Pereira da Costa, pessoas, segundo as investigações da polícia, já falecidas em outros estados brasileiros.

A PRF também apreendeu outros documentos, entre eles cartões de créditos, extratos bancários e um em nome de Edson Martins de Souza. “O Edson é meu sócio”, mencionou Anderson que antes não quis falar coma reportagem do Jornal Folho do Estado.

Questionado sobre os documentos com o nome de Edson Martins, Anderson comentou com a reportagem que Edson era sócio dele em uma empresa que os dois possuem na cidade de Divinópolis, em Minas Gerais.

As investigações da PRF, no entanto, apontaram uma organização muito maior, tendo a frente Anderson, que usava documentos frios e falsos para financiar carros e motos e um dos principais mercados compradores dos produtos comprados por Anderson era o Estado de Mato Grosso.

Nos levantamentos, ainda na PRF, ficou comprovado que Anderson respondeu processo em Brasília, onde já esteve preso em crime de formação de quadrilha, falsificação de documentos e receptação de veículos.

Anderson Fernandes foi transferido para o Centro Integrado de Segurança e Cidadania (Cisc-Sul), do Coxipó. Lá ele foi autuado em flagrante em crimes de estelionato, falsidade ideológica, e falsificação de documentos públicos e privados.

MORTO-VIVO

Uma das cidades que a Núcleo de Operações Especiais (NOE) da PRF já tem certeza que Anderson Fernandes - ele e diz que mora em Brasília e tem negócios em Minas Gerais -, fez transação com um carro comprado com documentos “esquntados” em nome de mortos foi Tangará da Serra (Médio Norte, a 350 quilômetros de Cuiabá). Lá Anderson vendeu um Saveiro 1.8, novinho, dias atrás.

Segundo o inspetor Itamar Rocha, da PRF, Anderson vendeu o carro e depois saiu da cidade em um vôo da TAM em dez de novembro deste ano conforme consta de uma passagem área encontrada entre seus documentos.

O esquema segundo as investigações da PRF, acontecia assim. De posse de um documentos frio, cujo titular já havia morrido, Anderson clonava os documentos com a foto dele e os legalizavam.
Com outros nome, inclusive com CPF, Anderson abria contas em bancos, retirava talões de cheques e cartões de créditos, além de financiar, principalmente carros nome. Depois ele vendia o veículo e matava seu próprio personagem.

A Polícia ainda não sabe quanto tempo o estelionatário vinha praticando esse mesmo tipod e golpe. Anderson foi autuado em flagrante pelod elegado André Renato Gonçalves, no plantão do Cisc-Sul, no Coxipó.

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