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02/09/2013 - O Tempo / SuperNotícia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Érika Passarelli é indiciada por estelionato em Ouro Fino

Por: Bruna Carmona

Denúncia foi recebida pela Justiça no dia 16 de julho deste ano; advogado da jovem disse que ainda não recebeu cópia do processo.

Acusada de matar o próprio pai em 2010 para receber o dinheiro do seguro de vida dele, a ex-estudante de Direito Érika Passarelli foi indiciada, nesta semana, pelo crime de estelionato, na comarca de Ouro Fino, no Sul de Minas. A denúncia pode se referir a um caso ocorrido em 2011, quando a jovem teria vendido um imóvel que não pertencia a ela a um taxista da cidade.

De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a denúncia foi recebida pela Justiça no dia 16 de julho deste ano e a audiência de instrução ainda não tem data para acontecer. O advogado de Érika, Fernando Magalhães, disse que soube do indiciamento, mas ainda não se pronunciou sobre o caso porque não recebeu cópia da denúncia, o que está previsto para acontecer nesta terça-feira (3).

A jovem, que está detida no presídio feminino do Horto, na região Leste de Belo Horizonte, é suspeita de participar de outros crimes além da morte do pai, e tem uma audiência de instrução referente ao processo pelo crime de fraude em pagamentos por meio de cheques marcada para o dia 30 de outubro de 2014. A audiência, que estava prevista para acontecer no dia 5 de setembro deste ano, foi adiada a pedido do advogado de Érika, que tinha a audiência de outro processo marcada para a mesma data.

Em dezembro do ano passado, o juiz decidiu que ela iria a júri popular pela morte do pai, mas a defesa de Érika entrou com recurso no Tribunal de Justiça para reverter a decisão. O recurso foi negado em maio deste ano e, em junho, a defesa da jovem entrou novamente com recurso. Desta vez, o caso pode ser avaliado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o TJMG, o processo está sendo analisado pela Procuradoria Geral de Justiça, e assim que receber o parecer, deve voltar ao Tribunal de Justiça em Minas Gerais, que decide se o pedido será julgado pelo STJ ou não.

Entenda o caso

Mario José Teixeira Filho, pai de Érika, e que tinha 50 anos, foi encontrado morto com três tiros na cabeça dentro de um carro, às margens da BR-356, no dia 4 de agosto de 2010. Ao levantar a ficha da vítima, a polícia descobriu que ele era estelionatário e aplicava golpes na capital com a filha. Os dois já tinham sido presos, e Teixeira era foragido da Justiça. A polícia também descobriu que, um mês antes de sua morte, a vítima fez três seguros de vida colocando Érika como a única beneficiária.

Segundo a polícia, o plano do pai e da filha era encontrar um corpo qualquer para forjar a morte dele. A estudante receberia os seguros e dividiria o dinheiro com o pai. Porém, um desentendimento entre os dois teria levado a filha a planejar a morte do pai. Érika ficou foragida por mais de um ano e só foi presa em março de 2012. Em agosto, nas fases de instrução do processo, ela se declarou inocente, disse que desapareceu por medo e que era a filha mais próxima do pai.

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