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22/11/2007 - UOL Notícias / Valor Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Setor elétrico perde R$ 5 bilhões por ano com fraudes

Por: Rafael Rosas


RIO - As perdas do setor elétrico brasileiro com fraudes e furto de energia somam R$ 5 bilhões por ano, segundo informações do diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman. Hoje, na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), as distribuidoras de energia Light e Ampla, as distribuidoras de gás CEG e CEG Rio e a Cedae assinaram protocolo de intenções para combater a informalidade existente entre os clientes das concessionárias de serviços públicos.

O presidente da CEG, Bruno Armbrust, afirmou que a empresa espera recuperar este ano R$ 3 milhões com operações de combate à fraude em ligações de gás. Segundo ele, a companhia pretende realizar este ano 94 mil inspeções entre os seus 750 mil clientes. A expectativa é de que o nível de fraudes se situe em torno de 1% do total de clientes fiscalizados, contra os 6% verificados em 2003.

"A queda na incidência de fraudes é decorrência direta das ações de combate à informalidade", afirmou Armbrust, durante o seminário Rio Legal, realizado na ACRJ.

As perdas verificadas pela CEG são consideradas pequenas, se comparadas à expectativa de recuperação de receita de outras concessionárias. Luiz Alquéres, presidente da Light, estima ser possível recuperar R$ 400 milhões por ano, o que, segundo ele, significa cerca de 5% do faturamento bruto da companhia, de R$ 8 bilhões por ano. "Os recursos aplicados para conter a inadimplência apresentam retorno menor que o investimento", alertou Alquéres.

Cristián Fierro, presidente da Ampla, ressaltou que a companhia pode recuperar até R$ 250 milhões por ano com ações de combate à informalidade, enquanto Wagner Victer, presidente da Cedae, estimou em R$ 200 milhões por ano a receita recuperável da companhia de saneamento.

"Assumi a empresa com fluxo de caixa negativo de R$ 20 milhões a R$ 30 milhões por mês e este ano ela já opera no azul, vai faturar R$ 1 bilhão e encerrar o ano com US$ 100 milhões em caixa", frisou Victer, que cobrou punições legais mais rígidas para furtos de água.

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