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29/08/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende suspeitos de comprar celulares usando dados falsos em AL

Eles usavam CPF e RG de desconhecidos para comprar os aparelhos. Entre as vítimas estão desembargadores, deputados e secretários.

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (29), dois homens suspeitos de integrarem uma quadrilha que comprava aparelhos de celular com documentos roubados para depois revender por preços abaixo do mercado. Aderval Nogueira, 41, e Williams Adalberon Ursulino, 19, foram presos em uma casa na Rua Joana D’Arc, no Village Campestre II, parte alta de Maceió.

A operação foi comandada pelo delegado Carlos Reis, da Diretoria de Polícia Judiciária Metropolitana. Segundo informações da Polícia Civil, a quadrilha já havia aplicado o golpe em várias pessoas, inclusive em autoridades que atuam em Alagoas.

De acordo com as investigações, o grupo agia há vários meses. Eles conseguiam o nome, CPF e RG das vítimas e usavam os dados para comprar os aparelhos, atendendo os critérios dos plano de vendas da operadora telefônica.

Para não chamar atenção das vítimas, os suspeitos de aplicar o golpe também mudavam o endereço das pessoas ao fazerem o cadastro na hora da compra. Assim, eles recebiam as mercadorias em um outro endereço, de uso da quadrilha. Assim conseguiam lesar as pessoas, recebendo os aparelhos no lugar delas. No entanto, o pagamento dos objetos era cobrado das vítimas.

Somente o lote que estava sendo entregue, nesta quinta-feira, foi avaliado em cerca de R$ 22 mil. De posse dos aparelhos, eles vendiam a preços abaixo do mercado. Um iPhone que chega a custar R$ 2,5 mil era vendido por R$ 500, segundo a polícia civil.

Os policiais apuraram que os nomes, CPF e RGs das pessoas lesadas eram recolhidas de lixeiras de agências bancárias, ou obtidas em edições do Diário Oficial do Estado (DOE).

Entre as vítimas da quadrilha estão desembargadores, deputados, secretários de Estado, procuradores de Estado, gerente dos Correios, promotores do Ministério Público do Trabalho e professores.

O delegado Carlos Reis informou que as investigações do caso prosseguem, e que novas prisões poderão ser realizadas.

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