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28/08/2013 - Jornal Floripa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Executivo nega ter participado de fraude


O engenheiro Adilson Primo, ex-presidente da Siemens no Brasil demitido pela multinacional em 2011, negou ontem em depoimento ao Ministério Público ter participado de supostas irregularidades em contrato para a reforma de trens do Metrô de São Paulo.

Primo diz que só assinou um documento na licitação porque o diretor da área estava fora da empresa.

Ele chegou ao Ministério Público acompanhado pelo advogado Sérgio Alvarenga, do escritório Mariz de Oliveira. Entrou com um sacola cheia de papéis e saiu sem ela uma hora e meia depois.

O inquérito apura uma concorrência concluída em 2009 pelo Metrô para reformar 96 trens das linhas 1 e 3, no valor de R$ 1,75 bilhão, dividido em quatro lotes.
Cada carro reformado custaria até 85% do preço de um novo, o que motivou uma representação em 2012 do então deputado estadual Simão Pedro (PT).

Pedro, hoje secretário de Serviços da prefeitura paulistana, disse na petição que não faz sentido reformar carros com 30 anos de idade por R$ 3,5 milhões quando um novo custa R$ 300 mil a mais. O Metrô nega irregularidades no contrato.

As suspeitas sobre a reforma aumentaram após a Siemens ter delatado ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a existência de um suposto cartel no mercado de trens no Estado de São Paulo, governado pelo PSDB, e no Distrito Federal entre 1998 e 2008.

O cartel teria proporcionado ao grupo, formado por empresas como Alstom, Bombardier e CAF, preços até 30% maiores nos contratos.
Os executivos da empresa alemã também fizeram acordo em que se comprometem a ajudar nas investigações.

Primo foi demitido pela Siemens em circunstâncias ainda obscuras. A multinacional alemã alega que, sem o conhecimento da empresa, ele movimentou 6 de milhões de euros (R$ 19 milhões) em uma conta em Luxemburgo.

Primo perdeu em primeira instância ação trabalhista em que tentava reverter a demissão por justa causa. Na ação, ele diz que a conta era movimentada pela Siemens.

A juíza Camila Jabulit escreveu na sentença que a conta foi aberta sem conhecimento da empresa e recebeu "ativos da ré [Siemens] de forma irregular e não contabilizada".

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