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23/08/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Três advogados suspeitos de fraude no DPVAT já estão em liberdade

Eles foram presos em Imperatriz, na manhã dessa quinta-feira (23). Atravessadores, no entanto, continuam na prisão.

A Justiça mandou soltar os três advogados presos em Imperatriz sob suspeita de fraudar documentos para requerer o pagamento do seguro DPVAT. Os outros envolvidos no caso permanecem presos.

Os três advogados, Samira Valéria Davi da Costa, Terêncio Alves Guida e Ducilla Sereva Costa Lima, foram presos na manhã de quinta-feira (22), em operação da Polícia Civil e Ministério Público. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), subseção de Imperatriz, entrou com o pedido de Habeas Corpus ainda na quinta-feira, no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), e o desembargador Jamil de Miranda Gedeon revogou a prisão dos três advogados.

Para o presidente da OAB Imperatriz, Malaquias Neves, a prisão dos advogados foi desnecessária, inadequada e desproporcional. Segundo ele, os envolvidos no processo sempre compareceram quando foram chamados pela Justiça, desde a instalação do inquérito.

“Nós vamos buscar medidas para reprimir os atos do delegado regional porque ele extrapolou o que determina a lei. Extrapolou, ainda, o próprio mandado exarado pelo juiz da 4ª Vara Criminal, quando fora determinado que as documentações a serem apreendidas fossem só as aqueles documentos que fizesse referência ao processo instaurado. O que houve foi uma verdadeira devassa ao escritório da nossa colega”, afirmou Malaquias.

Entenda o caso

A Polícia Civil de Imperatriz e policiais da Superintendência Estadual de Investigação Criminal (Seic), desmontaram uma quadrilha que fraudava documentos para o Seguro Dpvat em Imperatriz. A investigação tem mais de um ano e resultou na prisão preventiva dos advogados além dos atravessadores Francisco das Chagas e Parsondas Guedelha Gomes Torres.

Os presos são acusados de fraudar documentos públicos, estelionato e formação de quadrilha. Consta na investigação, ainda, a participação de uma ex-funcionária do Instituto Médico Legal (IML), identificada como Isabel, que não reside mais em Imperatriz e tem um mandado de prisão contra ela.

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