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21/11/2007 - Agora MS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas usam nome da PM para vender rifa em Itaporã


Venda de rifas vira caso de polícia em Itaporã. Golpistas estariam usando o nome da Polícia Militar e de outras instituições para vender os bilhetes.

Um aposentado de 76 anos que não quer ser identificado comprou um bilhete de R$ 200. Segundo os vendedores, a rifa seria uma promoção da PM para ajudar a construir casas para policiais militares, mas as cartelas não pertenciam à polícia e sim a Associação de Cabos e Soldados. “Eu comprei. Ele disse que era pra ajudar, que eles ganham pouco. Então a gente ajuda”, conta.

A polícia acredita que mais de 50 pessoas de Itaporã tenham comprado rifas em nome do Ibama, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil. As cartelas estão regularizadas junto ao Ministério da Fazenda, mas que, segundo investigações, não pertencem às instituições públicas.

A Polícia Civil de Itaporã recebeu quatro denúncias de estelionato de venda de rifas neste mês. Em todos os casos os bilhetes eram vendidos como sendo de órgãos públicos e as vítimas sempre idosas. O delegado que investiga o caso explica que para persuadir o comprador os vendedores diziam que o dinheiro seria usado para ajudar as instituições.

“Essas instituições públicas não fazem rifas. São associações de servidores. O erro não está na rifa, que está devidamente regularizada, o problema é o ardil que se está usando para vender a rifa, ou seja, a desculpa: construir casa para policial, melhorar sede da polícia, computadores. Aí que está o erro. Às vezes eles se passam por policiais e na verdade são vendedores contratados por uma empresa terceirizada”, afirma o delegado Albres Garcia.

A polícia chegou a prender um dos vendedores, que foi liberado por uma decisão da justiça. Talões de rifas e R$ 800 em dinheiro e cheques que estavam com o vendedor foram apreendidos. Três pessoas que trabalham na venda dos bilhetes estão sendo investigadas.

O presidente da Associação Estadual dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, José Florêncio de Melo Irmão, informou que contratou uma empresa para vender as rifas e que não autorizou o uso de instituições públicas para promover a venda dos bilhetes. Ele disse ainda que o contrato terminou em setembro.

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