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15/08/2013 - A Crítica de Campo Grande Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatário é preso, mas debocha da facilidade em obter documentos em MS

Por: Lúcio Borges


Os criminossos estão realmente a vontade e nem mesmo presos, esbolçam 'tristeza ou cabeça abaixa', mas, ao contrario, debocham da sociedade. Pelas facilidades que possuem e uma Justiça morosa e com tantos recursos, levam a exemplos como o que ocrreu nesta quarta-feira (14) em Campo Grande, onde Hélio Berço Sales Vidal, 38 anos, foi preso em flagrante após tentar aplicar um golpe em uma financiadora, em um empréstimo de R$ 5 mil. Na cadeia ele ainda zombou da facilidade que enfrentou para obter um título eleitoral no TRE-MS, dizendo que “se quisesse, eu tirava dez títulos por dia".

Segundo depoimento do mesmo, além do depoche, revelou que o dinheiro que roubaria, em forma de emprestimo, seria para tirar a filha da cadeia em Manaus, no Amazonas. “Se a Justiça não fosse falha, eu não seria estelionatário. É a coisa mais fácil de fazer, tirar um título. Se eu quisesse, tirava dez por dia lá no TRE”, falava abertamente.

Hélio explicou como começou o golpe, onde após ganhar um colchão de presente do médico e que usou a nota fiscal para ter acesso ao nome completo dele. Em posse disso, ele inventou um número de RG do Amazonas e falsificou uma carteira de trabalho, indo ao TRE para retirar o título de eleitor.

“Tirei o título ontem, registrei firma, peguei o selo do cartório e falsifiquei uma cópia da carteira de trabalho”, explica. Com o documento ‘autenticado’, ele fez cadastro e já iria retirar um CPF pelos Correios. Hoje, ele foi a empresa tentar fazer um financiamento.

Operação e investigação

Em operação conjunta da Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo) e a Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Defraudações), policiais chegaram ao estelionatário após uma denúncia de que ele estava tentando fazer empréstimo em nome de um médico conhecido de Campo Grande.

Hélio já tem passagem por estelionato em Dourados, onde estava foragido do regime semiaberto. Ele conta que tentava conseguir dinheiro para tentar tirar a filha Camila, de 20 anos, da cadeia em Manaus. “Ela está presa por tráfico. Por um filho, a gente faz coisa muito pior. Uma mãe lá da cidade se jogou na frente de um ônibus e empurrou o filho, salvando a vida dele”, tentou explicar.

Hélio fala que precisa de tratamento psicológico e demonstra conhecimento de suas ações. “O sistema é que corrompe a gente. Sabe o banqueiro, Daniel Dantas? Ele fez o que fez e está solto. Eu com esses papéis fui preso”, diz rindo.

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