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15/08/2013 - Diário Digital Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça dos EUA acusa um francês e um espanhol na fraude «baleia» do JP Morgan


A justiça federal dos Estados Unidos decidiu acusar dois funcionários europeus do J.P. Morgan por «fraude e falsificação», devido à sua implicação em operações que geraram perdas milionárias numa carteira de produtos derivados comercializados pelo banco norte-americano.
De acordo com a ação penal anunciada por Preet Bharara, procurador-geral no distrito sul do Estado de Nova Iorque, Martín Artajo, de 49 anos, e Julien Grout, de 35, são acusados de fraude e falsificação de documentos distribuídos ao mercado através do regulador da bolsa.

A carteira de derivados que esteve na origem do «escândalo baleia» (como ficou conhecido) era gerida a partir do escritório do JP Morgan Chase, em Londres, e a informação tratada pelos dois traders ocultou a investidores perdas estimadas em 500 milhões de dólares. Da desonestidade de ambos resultaram as avultadas perdas que o banco presidido por Jamie Damon teve de assumir há cerca de um ano, quando apresentou as contas do segundo trimestre de 2012.

«Vivemos tempos em que um simples agente do mercado pode gerar danos catastróficos com impacto na economia. Por isso, as instituições devem estar atentas à cultura que desenvolvem», argumentou Bharara, na quarta-feira, em declarações à imprensa nova-iorquina.

Segundo o jornal El País, o facto de Artajo e Grout - à época vinculados ao escritório londrino do JP Morgan – residirem fora dos Estados Unidos poderá complicar a detenção de ambos para uma pena de prisão que pode ir até 25 anos de cadeia.

No entanto, os responsáveis da investigação estão em contacto com os advogados dos dois acusados.

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