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15/08/2013 - Tribuna Hoje Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresário movimentou R$ 300 milhões em 5 anos, diz PF e Receita

Valor não foi declarado à Receita Federal; prisões foram efetuadas nesta 5ª.

Quatro mandados prisão, 24 de busca e apreensão e oito de condução coercitiva estão sendo cumpridos pela Polícia Federal, em conjunto com a Receita Federal, durante uma operação desde o início da manhã desta quinta-feira (15). Além de Maceió, os policiais estão agindo nas cidades de Branquinha, Anadia, Arapiraca e Feira de Santana, na Bahia.

O objetivo da operação é combater a lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e falsidade ideológica. Os agentes da PF, segundo informou a assessoria de comunicação, devem chegar em concessionárias de carros, na Avenida Menino Marcelo, bairro da Serraria, na capital alagoana e em uma loja do Hiper Bompreço, da Gruta de Lourdes, no bairro do Farol.

Ao todo, 70 homens da Polícia Federal e mais 25 da Receita Federal estão cumprindo os mandados expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital. O responsável pela operação é o delegado Gustavo Gatto.

Por volta das 8h, a assessoria de comunicação da Polícia Federal enviou uma nota à imprensa sobre a operação. Denominada de Abdalônimo, a investida policial passou e investigar um empresário que se notabilizou pela incrível evolução patrimonial.

Segundo a PF, notícias foram repassadas relacionadas a crimes de lavagem de dinheiro por parte do empresário, que por sua vez é conhecido por possuir diversos imóveis, carros superesportivos, um avião e um helicóptero. Contudo, a Receita Federal do Brasil informou que o investigado não declarou renda auferida condizente ou mesmo os bens que possuía.

A investigação avançou e a Polícia Federal descobriu que o suspeito se utilizava de subterfúgios criminosos, tais como a falsificação de documentos, criação de empresas de faixada e a ocultação de bens, mediante a utilização de terceiras pessoas, ou “laranjas”.

Os bens e as empresas eram registrados em nome de familiares do investigado e o esquema servia para sonegar os impostos devidos pelas empresas. Apurações preliminares apontam que as empresas do investigado teriam movimentado a quantia de R$ 300 milhões de reais irregularmente nos últimos cinco anos.

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