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03/08/2013 - Amazonas Em Tempo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Nove empresários são presos pela Polícia Federal no Amazonas


Nove empresários e comerciantes do ramo alimentício, suspeitos de integrarem uma organização criminosa especializada em crimes de estelionato, falsificação de documentos públicos e privados, falsidade ideológica e sonegação fiscal, foram presos durante a operação “Hidra”, da Polícia Federal (PF) feita em parceria com a Receita Federal, em cumprimento a 12 mandados de prisão.

O nome da operação é em referência a uma espécie de animal aquático cnidário, que vive em água doce (parente das medusas de água salgada).

As investigações iniciaram a partir da prisão de dois suspeitos. Ontem, a PF também cumpriu 31 mandados de busca e apreensão na casa dos acusados e empresas. De acordo com a PF, pelo menos R$ 400 mil foram sacados de agências bancárias pelos criminosos.

Além disso, a prisão dos nove é referente apenas a um grupo de muitos outros que agem da mesma maneira e que estão sendo investigados.

“Após prendermos o contador que montava os dossiês com a documentação falsa para a organização criminosa, identificamos que em seu computador havia centenas de empresas e pessoas que utilizavam deste mesmo ‘modus operandi”, explicou o delegado da PF e coordenador na operação, Rafael Machado.

Para conseguir sacar os empréstimos ilegais, os empresários descobriam empresas que já estavam inativas e falsificavam seus documentos. “Essas empresas eram descobertas por meio de publicações oficiais e a possibilidade de se negar os empréstimos a elas eram mínimas”, afirmou o superintendente em exercício da Polícia Federal, Dércio Cavalheda.

A operação “Hidra” começou em maio de 2013 com um auto de prisão em flagrante de duas pessoas que tentavam sacar dinheiro oriundo de empréstimo fraudulento em valor superior de R$ 300 mil na agência da Caixa Econômica Federal do Amazonas Shopping.

Dezenas de empresas foram criadas com documentação falsa com a finalidade de obter empréstimos dos bancos. Apenas na Caixa, segundo a Receita Federal, o rombo foi de R$ 1 milhão, somente em maio deste ano.

O delegado da Receita Federal, Leonardo Frota, informou que o grupo movimentava cerca de R$ 35 milhões entre empréstimos, com criação de empresas e demais movimentações, além de uma sonegação ao fisco de pelo menos R$ 5 milhões.

Os mandados continuam sendo cumpridos em empresas e casas nos bairros Jorge Teixeira, São José, Amazonino Mendes, Zumbi dos Palmares, Grande Vitória, Cidade Nova e outros desta capital, por um contingente de mais de 120 policiais federais e servidores da Receita Federal.

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