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01/08/2013 - Surgiu Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Casal é preso por distribuir notas falsas no comércio de Pedro Afonso

Por: Augusto Rocha e Fred Alves

A prisão do casal ocorreu após Malu entrar numa loja de roupas por volta do meio-dia de hoje.

Jacson Gomes da Rocha, de 30 anos, natural Montes Altos (MA, e Malu Lemos de Oliveira, de 20, de Abaetetuba (PA), foram presos em flagrante pela Polícia Militar no início da tarde desta quinta-feira, 1º, após distribuírem notas falsas no Centro de Pedro Afonso. Num compartimento na parte de baixo do painel do gol, placa ANR-5343, de Palmas, veículo que era utilizado para dar suporte às ações criminosas do casal, foram encontrados R$ 14.400,00 em notas falsas de R$ 100,00. A falsificação é considerada pela polícia como nada grosseira. Vários comerciantes compareceram à delegacia e reconheceram a dupla.

O casal de namorados se apresentou no comércio de Pedro Afonso como sendo comerciantes de Palmas. Policiais civis realizaram uma consulta no sistema Infoseg (Rede de Integração Nacional de Informações de Segurança Pública, Justiça e Fiscalização) e verificaram que Jacson da Rocha responde a dois inquéritos, um por tráfico de drogas e outro por receptação.

A prisão do casal ocorreu após Malu entrar numa loja de roupas por volta do meio-dia de hoje. A comerciante Rosenir Alves da Silva percebeu que um carro estava em frente ao estabelecimento dela. Em seguida, ela notou o motorista passar em frente às lojas. “Desceu uma moça elegante (do carro). Ela entrou na minha loja, e começou a olhar mercadorias, bermudas, camisas. Ela escolheu uma regata e disse que era para presente. Ela estava dançando, mas ficou muito nervosa quando viu as câmeras na loja. Depois pagou com uma nota de R$ 100,00 e eu dei R$ 72,00 de troco e ela saiu”, contou.

Rosenir desconfiou que a nota era falsa porque a cédula era de modelo antigo e aparentava ser muito nova e pequena. Foi então que ela seguiu Malu, que passou a andar ainda mais rápido. Durante o trajeto a comerciante confirmou com um homem que a nota era falsa, e chamou a suposta cliente para conversar. A consumidora então disse que tinha recebido a nota de uma lotérica. Ambas então voltaram à loja, e tentaram passar o cartão dela para pagar a compra. Como a operação não estava dando certo, a criminosa então entregou R$ 17,00 à dona do estabelecimento e disse para ela segurar enquanto iria à lotérica para sacar o restante do dinheiro.

A comerciante observou Malu ir em direção contrária à lotérica e então ficou preocupada e pensou que a criminosa pudesse passar a nota falsa para alguém no comércio e dar prejuízo para outra pessoa. Foi então, que ela telefonou para a Polícia Militar, e o casal acabou sendo preso.

O delegado responsável pelo caso, Joelberth Nunes de Carvalho, informou que nesta quarta-feira, 2, Jacson Gomes da Rocha irá passar por exame de corpo de delito e em seguida será transferido para a Cadeia Pública de Guaraí.

Já Malu Oliveira permanece presa na Cadeia Feminina de Pedro Afonso. Ela aguarda um posicionamento da justiça que pode decidir por sua liberdade, mediante pagamento de fiança.

O crime de distribuição de moeda falsa prevê pena de 3 a 12 anos de prisão.

Prejuízos

Raimunda da Cruz Ramos montou uma lanchonete na praia do rio Sono. Ela foi uma das comerciantes prejudicadas pela atuação do casal em Pedro Afonso. Jacson da Rocha e Malu Oliveira e mais duas pessoas se sentaram no estabelecimento e consumiram espetinhos, cervejas e refrigerantes, no domingo, 28. O quarteto chegou a pedir copos de vidro para ingerir as bebidas, o que é proibido, no local. Ao terminarem o consumo, eles entregaram uma nota de R$ 100,00. “Eu percebi que a nota era diferente das outras, mas pensei que fosse normal. E na segunda-feira, pedi ao meu esposo para fazer o depósito do dinheiro que apurei no domingo. Quando ele pediu para o rapaz da prefeitura fazer o depósito, um funcionário do Banco do Brasil disse que a nota era falsa e que era para eu ter cuidado com notas falsas na praia”, confirmou.

Depois de saber que a nota era falsa, Raimunda recebeu um documento oficial do Banco do Brasil atestando que a nota era falsa. A gerência da agência ficou com a cédula para encaminhá-la ao Banco Central, em Brasília. “Por volta das 13h30, me pediram para passar na delegacia e fazer o reconhecimento”, disse a comerciante, que reconheceu o casal como sendo o que esteve na praia e passou a nota falsa de R$ 100,00.

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