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02/08/2013 - Plenário / FaxAju Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Advogados falsos enganam pessoas que buscam defensoria de Fortaleza

Quem seria atendido de graça é levado a escritórios de advogados, que convencem as vítimas a contratá-los, em média, por R$ 2 mil.

Um golpe novo está nas ruas de Fortaleza: pessoas que buscam a defensoria pública para obter assistência jurídica são enganadas por advogados falsos.

Um homem leva um casal pela rua. Outro leva uma idosa. Uma mulher segurando uma pasta conduz outro casal. São golpistas, conhecidos como laçadores. Eles abordaram pessoas que iam para a Defensoria Pública em busca de um advogado para resolver gratuitamente problemas na Justiça.

“Ela falou para mim que a defensoria não tinha pessoas para cuidar do caso que eu estava querendo”, conta a dona de casa Zulene Bezerra Garcia.

Eles estão sempre ao redor de fóruns e tribunais. Costumam agir em lugares estratégicos, de possam escolher as vítimas entre pessoas pobres que chegam a pé ou de ônibus. Em Fortaleza, o golpe começa quando as pessoas descem dos ônibus no ponto que fica próximo à Defensoria Pública.

Quem seria atendido de graça é levado a escritórios de advogados, que convencem as vítimas a contratá-los, em média, por R$ 2 mil. As vítimas são levadas até o caixa eletrônico e orientadas a sacar o pagamento.

“Isso é muito típico dos golpistas, já levar a vítima para o caixa eletrônico, fazer o saque e ali se pagar”, afirma o delegado Jaime de Paula Pessoa.

Depois de feito o pagamento, os supostos advogados desaparecem. “Daí por diante eu comecei a telefonar para ele, para ela. Eles não atenderam mais telefone”, conta Zulene.

O Código de Ética dos Advogados proíbe que os profissionais aliciem os clientes, mas só a OAB do Ceará tem 155 processos de casos como este. “Quinze dias depois procura o advogado. Não encontra mais, vem à ouvidoria, nem é advogado, perdeu o dinheiro”, afirma Wanha Rocha.

Segundo o presidente da OAB no Ceará é importante checar se o advogado é credenciado junto ao órgão. A consulta pode ser feita pela internet. “O dinheiro é levado dessas pessoas humildes, que sequer conseguem acesso ao advogado. Nesse caso encaminhamos à Polícia Civil”, afirma o presidente da OAB do Ceará, Valdetário Monteiro.

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