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29/04/2006 - Diário de Natal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende quadrilha de estelionatários


A polícia apresentou na manhã de ontem uma quadrilha composta por quatro estelionatários que haviam feito um financiamento no valor de R$ 32 mil no banco BMG usando documentos falsificados. A quadrilha já vinha agindo a bastante tempo em outros estados do Brasil, e chamou a atenção do banco por já ter aplicado o mesmo golpe em um banco de Goiás.

Tales Marcos de Oliveira Costa era o líder da quadrilha e foi abordado quando saía do edifício Trade Center na Romualdo Galvão, portando o cheque no valor do empréstimo. Ao ser abordado pelo Delegado de defraudações, Correia Júnior, tentou suborná-lo oferecendo R$ 5 mil em dinheiro e a metade do valor do cheque quando o mesmo fosse descontado. Além disso, estariam recebendo um ‘‘carregamento’’ de 20 a 30 cartões de crédito falsos, vindos do Paraguai, dentro de uma semana, e que poderiam efetuar qualquer compra que o delegado solicitasse no comércio da cidade. Os acusados afirmaram que isso é prática comum em outros estados do país, o que, para o delegado, confirma que o crime já fora aplicado em outros estados da federação.

O delegado esperou que o dinheiro fosse sacado em uma agência do Banco Bradesco, um valor de R$ 2.400, devido ao limite de saque diário no banco, para dar a voz de prisão. Em poder de Tales foram encontrados uma carteira de identidade e um carteira de motorista falsificados. Junto com ele foram presos ainda, Elizabeth Carvalho Uchoa Lima, natural do Maranhão e companheira de Tales, e Carlos Doberto Cabral Silva, que também seria comparsa do grupo. Com ela foram encontrados 11 cartões de crédito em nomes de diferentes pessoas que ela afirmou serem de ex-namorados, irmã, entre outras pessoas.

No carro estavam vários CDs que, segundo os próprios acusados, teriam informações de como falsificar documentos. E contratos do Banco Daycoval em nome de Maria Terezinha Gebien, e um documento em nome da mesma mulher, que para polícia, também era falso.

O financiamento no BMG foi feito em nome de um agente de polícia aposentado do Acre, Gildo Maia de Barros,e para aprovação de crédito foi usado um contra-cheque falso. A foto no documento de identidade apresentado era de Carlos Alberto Ferreira, que foi preso em casa, logo após a prisão dos outros três. Ele receberia R$ 1.500 pelo empréstimo da foto.

Os quatro acusados serão indiciados em crime de estelionato, falsidade ideológica, corrupção ativa e formação de quadrilha, e ficarão presos até o final das investigações.

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