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23/07/2013 - Bom Dia Sorocaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Em Jundiaí R$ 30 mil falsos e droga escondida

Polícia acha cocaína, maconha, crack e notas de R$ 100 e R$ 50 falsificadas. Seis são presos .

A Dise (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Jundiaí estourou ontem um centro de distribuição no Jardim São Camilo, onde achou cerca de 8 kg de cocaína, 3 kg de maconha hidropônica, 1 kg de crack, 150 porções de drogas variadas prontas para a venda, tubetes vazio e o que chamou a atenção, R$ 30 mil em cédulas de R$ 100 e R$ 50 falsas.

A polícia só chegou ao local depois de prender seis pessoas durante uma operação iniciada na quinta-feira passada: André Cardoso Nascimento, 30 anos, Elisângela Sabino de Carvalho, 32, Marcelo Rodrigues Silva, 42, Vanessa Regina Marcondes, 31, William Abreu da Silva, 19, e José Carlos da Silva Araújo, 33. O valor da droga apreendida gira em torno de R$ 150 mil.

“Nosso trabalho é investigar e acabar com o tráfico de drogas, mas às vezes encontramos outros crimes”, afirmou o investigador Leandro Basson sobre as cédulas falsas, que estavam escondidas no imóvel usado para distribuição de drogas na região. “A cada quatro notas falsas dessas eles conseguiam uma verdeira nas trocas que realizavam”, disse.

Visualmente as cédulas falsas são parecidas com as originais, principalmente as de R$ 100, o que espalharia prejuízos por toda a cidade.

balanço / Basson calcula que a Dise prendeu no primeiro semestre deste ano cerca de 200 traficantes na região de Jundiaí. Em uma operação em conjunto com a polícia de Vinhedo, em março, deteve 12 pessoas e apreendeu 22 carros de luxo, que estariam sendo usados para lavagem de dinheiro.

Ele acredita que 70% dos líderes de facções criminosas foram presos em operações realizadas na região de Jundiaí a partir de março. “O problema é que o número de usuários de drogas tem aumentado. E assim sobe a quantidade de pessoas envolvidas com o tráfico também”, afirmou.

Entre as pessoas presas ontem, a maioria já tinha passagem pela polícia por tráfico, de acordo com o investigador.

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