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23/07/2013 - Jornal A Voz da Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Delegado dá dicas para não cair no golpe do falso sequestro


Entre muitos crimes praticados pelos marginais, um deles ainda tira o sono de muitas pessoas. O golpe do falso sequestro, aplicado há cinco anos por bandidos de dentro de presídios, se espalhou pelo país. A modalidade, em que presidiários munidos de celular extorquem pessoas de boa-fé convencendo-as de que têm em mãos seus filhos ou cônjuge, se espalhou por todo o país chegando ao município.

Desde que o golpe iniciou, dezenas de pessoas da cidade acabaram caindo e continuam sendo vítimas. Para não cair no golpe, o delegado titular da 93ª Delegacia de Polícia (DP) de Volta Redonda dá algumas dicas. Durante a última reunião do Conselho Municipal de Segurança, ocorrido semana passada no bairro Voldac, o tema veio à tona e o delegado aproveitou o momento para alertar a população. Segundo o policial mesmo sabendo que é difícil, a pessoa que recebe um telefonema desse tem que ter calma, em primeiro lugar, desligar o telefone e logo em seguida tentar localizar o parente citado pelo marginal.

O delegado informa ainda que, a vítima não deve acreditar nos gritos simulados que escuta do outro lado do telefone. “Nesses casos, fica difícil para a polícia localizar o bandido, já que são pessoas de fora da cidade e até mesmo do país. Por isso, as pessoas devem ficar atentas e nunca fazer depósitos de dinheiro exigidos e muito menos recarga de celular”, alerta o delegado.

Uma das participantes da reunião, uma senhora que preferiu não se identificar, declarou que a pessoa ligou uma vez para o celular dela informando que a filha dela teria sido seqüestrada. Do outro lado, ela ouviu muitos gritos pedindo socorro. “Fiquei desesperada e logo desliguei o celular. Graças a Deus que consegui falar com uma vizinha e ela ligou do telefone dela para a minha filha e conseguiu falar com ela. Ela disse que estava tudo bem e não era para se preocupar, pois o local onde ela estava às vezes o celular pegava e ás vezes não”, conta a mulher, ressaltando que minutos depois, o bandido voltou a ligar dizendo que, se ela não pagasse o resgate, a filha dela seria morta. “Apesar de saber que era mentira, fui firme e desliguei o telefone. Fiquei com o celular desligado por muito tempo dai não recebi mais nenhuma ligação. Confesso que fiquei desesperada”, completa.

Além dos falsos seqüestros, existem ainda os falsos prêmios oferecidos. Os bandidos ligam dizendo que a pessoa foi contemplada com uma grande quantia em dinheiro ou prêmios diversos, como Tvs, fogões, geladeiras e outros. Só que ao entrar em contato com a pessoa, os bandidos pedem para a pessoa fazer algum tio de recarga do celular ou até mesmo depositar em alguma conta certo valor em dinheiro para receber o prêmio. “As pessoas não devem acreditar nisso, pois ninguém recebe nada de graça. Ninguém deve acreditar nisso”, alerta o delegado.

Vale ressaltar que, em 2006, só nas cidades de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre e Brasília, quase dez mil pessoas declararam à polícia ter sido vítimas do golpe. Vale ressaltar que, levando em conta que o número de casos não registrados é até quatro vezes maior do que o de notificados e que há registros crescentes de ocorrências também no Ceará e na Bahia, pode-se concluir que o disque-seqüestro atingiu níveis epidêmicos. Em Volta Redonda e região não é diferente. Os golpes continuam acontecendo. “Mesmo sabendo que é difícil localizar os bandidos, é preciso que as pessoas registrem na delegacia. Em certos alguns casos, pode localizar o marginal, principalmente quando marca para a vítima fazer a entrega do dinheiro para liberara a vítima.

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