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22/07/2013 - Correio do Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça bloqueia bens de cinco envolvidos em fraude do leite no RS

Liminar tem efeito sobre vereador investigado em Horizontina e quatro acusados de Ronda Alta.

A Justiça determinou, nesta segunda-feira, a indisponibilidade de bens de cinco envolvidos em adulterações do leite descobertas pela operação Leite Compen$ado, assim como de suas empresas. A fraude veio a público em maio, quando quatro marcas do alimento foram flagradas vendendo embalagens contaminadas com formol para aumentar o rendimento e lucros com o produto.

Na ação coletiva de consumo ajuizada pelo Ministério Público em Horizontina, a Justiça acatou parcialmente o pedido de liminar e determinou o bloqueio dos bens do vereador Larri Lauri Jappe, bem como da empresa de transporte de leite da qual é proprietário. Na ação ajuizada em Ronda Alta, a mesma medida foi aplicada a Daniel Riet Villanova, Antenor Pedro Signor, Odirlei Fogalli, além da empresa A.R. Signor & Cia Ltda.

A Justiça proibiu que os demandados produzam, transportem ou forneçam produtos lácteos que não atendam às normas legais, sob pena de multa de R$ 500 mil (para os envolvidos na fraude do leite em Horizontina) e R$ 200 mil (para os suspeitos de Ronda Alta), em caso de descumprimento. Nas ações ajuizadas pelo MP em Ibirubá e Três de Maio ainda não há manifestação da Justiça.

De acordo com Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), foram detectadas irregularidades em produtos Bom Gosto, Italac, Latvida e Mumu. A estimativa é de que cerca de 100 milhões de litros do produto tenham sido adulterados no Estado.

Oito pessoas foram presas na ação, entre funcionários e empresários do ramo. Foram cumpridos nove mandados de prisão e oito de busca e apreensão nas cidades gaúchas de Ibirubá, Guaporé, Horizontina.

Ainda segundo o MP, cinco empresas de transporte de leite teriam adulterado o produto cru entregue para a indústria. Uma das formas de adulteração identificada é a da adição de uma substância semelhante à ureia e que possui formol em sua composição, na proporção de 1 kg deste produto para 90 litros de água e mil litros de leite.

A fraude teria sido comprovada por meio de análises químicas do leite cru, quando foi identificada a presença do formol, que mesmo depois dos processos de pasteurização, persiste no resultado final. Com o aumento do volume do leite transportado, os "leiteiros" lucravam 10% a mais que os 7% já pagos sobre o preço do leite cru, em média R$ 0,95 por litro.

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