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13/07/2013 - Yahoo Notícias / Agência O Globo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeita de fraude em licitação para recuperar lagoas da Barra


RIO - A licitação para as obras de despoluição do conjunto de lagoas de Jacarepaguá e Barra da Tijuca pode ter sido fraudada. É o que mostra reportagem da revista "Época" desta semana. Cinco dias antes de a Secretaria Estadual do Ambiente (SEA) anunciar o consórcio ganhador - formado pelas construtoras Queiroz Galvão, OAS e Andrade Gutierrez -, a revista, que diz ter sido informada previamente sobre o desfecho do processo licitatório, publicou os nomes das vencedoras em um anúncio cifrado nos classificados de um jornal fluminense, antecipando o resultado. As obras estão orçadas em R$ 673 milhões.

De acordo com a reportagem, embora oito construtoras tivessem feito visita técnica ao local da obra, um pré-requisito para ingresso na concorrência, apenas dois representantes foram à sede da SEA, na Avenida Venezuela, no Centro do Rio, no último dia 14 - data para a entrega das propostas lacradas.

No dia 17, o consórcio Complexo Lagunar, formado pelas três empreiteiras, foi anunciado como o vencedor. Queiroz Galvão, OAS e Andrade Gutierrez ganharam com uma oferta 0,07% inferior ao valor máximo que o governo se dispunha a pagar. A construtora Odebrecht, segunda colocada, entrou com um lance quase igual ao orçado pelo estado. "Época" ressaltou que, após a divulgação dos vencedores, as demais concorrentes não questionaram o resultado da licitação.

Vice ganhou outra obra

O texto diz ainda que, 13 dias antes da reunião para receber as propostas, "a Odebrecht, perdedora na concorrência das lagoas, conquistara uma obra da SEA, num consórcio com a construtora Carioca Christiani-Nielsen". Ela ganhou uma licitação de R$ 600 milhões para a prevenção de enchentes no Noroeste Fluminense, um valor muito próximo da obra para recuperar as lagoas.

O Consórcio Complexo Lagunar informou à "Época" que "participou da concorrência para as obras de recuperação ambiental do complexo de lagoas da Barra da Tijuca de forma legítima e de acordo com as regras aplicáveis". A SEA afirmou que as licitações "passaram pelo escrutínio do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que analisou e aprovou ambas as concorrências".

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