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12/07/2013 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Prisão preventiva para quatro arguidos no caso das fraudes no SNS


Dois médicos, um delegado de informação médica e um farmacêutico ficaram, esta sexta-feira, em prisão preventiva, após terem sido interrogados no âmbito do caso das fraudes no Serviço Nacional de Saúde.

Segundo fonte policial citada pela Agência Lusa, estes quatro arguidos ficaram ainda sujeitos a proibição de contactos com os demais arguidos.

Os restantes arguidos - um farmacêutico, um médico e um empresário/armazenista de produtos farmacêuticos - ficaram sujeitos a medidas de coação que incluem suspensão de funções, apresentações periódicas à PSP e proibição de contactos com os demais arguidos e de se ausentarem para o estrangeiro.

Os quatro arguidos que ficaram em prisão preventiva são os médicos José Vieira Miranda e Gil Araújo, o delegado de informação médica Luís Vaz Pimentel e o farmacêutico Paulo Diogo, que ficam ainda proibidos de falar ou contactar com os demais arguidos.

Quanto aos restantes arguidos, o farmacêutico Eduardo Martins ficou suspenso de funções e ainda sujeito a apresentações diárias à PSP, proibição de contactos com os demais arguidos e proibição de se ausentar para o estrangeiro.

A médica e arguida Julieta Octávio ficou sujeita a apresentações bi-semanais à PSP, proibição de contactos com os demais arguidos e de se ausentar para o estrangeiro. Ficou ainda suspensa de funções.

O empresário Cesário Costa, ligado à armazenagem de medicamentos, ficou sujeito a apresentações semanais à PSP, proibição de contactos com os demais arguidos e de se ausentar para o estrangeiro.

Estas sete pessoas ligadas à atividade médica, farmacêutica e de distribuição de medicamentos foram detidas na terça-feira, no âmbito de uma investigação a fraudes no Serviço Nacional de Saúde (SNS) que envolveu a realização de 24 buscas.

Segundo a PJ, os suspeitos, com idades entre os 30 e 60 anos, foram detidos durante a operação "Prescrição de Risco", considerada de "grande envergadura" e destinada a apurar factos suscetíveis de configurar crimes de falsificação de documento, burla qualificada, corrupção e de associação criminosa.

Na quarta-feira, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, revelou que o número de casos reportados sobre fraudes no SNS é já superior a 130 milhões de euros.

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