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08/07/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeito de vender R$ 4 milhões em terras públicas é preso no DF

Prisão aconteceu no Assentamento 26 de Setembro, em Taguatinga. Suposto infrator pode ter vendido mais de 100 lotes em área pública.

Um homem foi preso em flagrante nesta segunda-feira (8), suspeito de comercializar lotes em área pública no Assentamento 26 de Setembro, em Taguatinga, no Distrito Federal. De acordo com a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), a venda dos terrenos pode ter rendido pelo menos R$ 4 milhões.

A prisão ocorreu durante operação do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo, no momento em que o suspeito tentava vender um lote. Com ele foram apreendidos mapas da área, um pendrive e documentos falsos, um deles com carimbo falsificado de um cartório de Taguatinga.

O assentamento tem 5 hectares de terras. A área está dividida em 115 lotes de 400 m², que estavam sendo vendidos pelo falso corretor por R$ 40 mil cada. Segundo o delegado-chefe da Dema, Ivan Dantas, o suspeito disse que 101 lotes foram vendidos, mas que ele não teve participação em todas as negociações.

A área é de preservação ambiental e pertence à Terracap. Nenhuma edificação estava em construção no local, segundo a Seops. O suspeito vai ser indiciado por parcelamento irregular do solo e por falsificação de documentos.

“O material apreendido com o suspeito vai ser periciado. A polícia vai investigar agora a participação de outras pessoas. A pena para o crime de parcelamento ilegal de solo é de 1 a 5 anos de prisão, mas a polícia investiga também o envolvimento dos grileiros com outros crimes, como invasão de área pública, dano em área de preservação ambiental, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha”, disse Dantas.

O secretário da Ordem Pública e Social (Seops), José Grijalma Farias, informou que o Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo do DF, que inclui a participação da Seops, Agência de Fiscalização (Agefis), Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, está intensificando as operações para impedir a grilagem de terras no DF.

“Estamos monitorando a área com a Dema, fazemos levantamentos para identificar as pessoas que ficam vendendo áreas ali. Quem pagou pelos lotes ficou no prejuízo”, disse Farias.

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