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14/11/2007 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Bancos alertam para riscos da internet nas compras de Natal e em sorteios de amigo oculto


De olho no aumento das compras pela Internet e uso de sites como de amigo oculto (amigo secreto, em São Paulo) na véspera do Natal, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) divulgou um alerta com uma série de cuidados que os usuários devem tomar para evitar ser vítimas de golpes, como conhecer bem o site do banco e sempre se comunicar por outro meio, como telefone da agência, quando suspeitar de alguma irregularidade. As dicas dos especialistas da Febraban para realizar as operações na Internet com segurança são:

*Desconfie sempre das histórias que receber pela Internet, principalmente quando oferecem vantagens ou ganhos fora do comum;

*Não clique em links desconhecidos por mais atraente que seja a história contada;

*Conheça bem o site do seu banco e preste muita atenção a qualquer anormalidade;

*Entre em contato com o banco sempre que suspeitar de alguma irregularidade;

*Mantenha seu micro com um antivírus atualizado e software de proteção contra ataques pela Internet (firewall).

Segundo a Febraban, os bancos investem, anualmente, cerca de R$ 1,2 bilhão em sistemas de proteção contra fraudes eletrônicas. E, segundo a entidade, o país possui 27 milhões de usuários de Internet Banking. E o total de transações de Internet banking pessoa física chegou a 3,2 bilhões em 2006.

A entidade realizou, nesta terça-feira, a Manhã Técnica, com o tema Natal Eletrônico Seguro. Participaram do encontro os especialistas em segurança Carlos Bernardo e Marcelo Câmara, do grupo técnico de Segurança Digital da Febraban.

Bernardo demonstrou que, embora haja uma percepção por parte do público de que as fraudes são operações complexas, que envolvem enorme conhecimento técnico de informática, o que se verifica, na prática, é que os golpes são simples, uma versão moderna dos antigos "contos do vigário", em que a vítima abandona o senso crítico e não avalia os riscos. Por isso, a porta de entrada das fraudes são os próprios usuários, que caem em armadilhas como os e-mails com mensagens como:

· "Você foi vítima de ação de despejo";

· "Veja fotos inéditas do desastre aéreo" de uma determinada companhia;

· "Confira fotos eróticas" de um determinado artista;

· "Seu nome está na lista do Serasa. Clique aqui para saber detalhes";

· "Recadastre sua senha. Clique aqui", em nome de um determinado banco;

· "Você recebeu um cartão de alguém especial. Clique aqui".

Segundo ele, em geral, quando o usuário clica num determinado ícone ou num endereço indicado pelo e-mail dos fraudadores, está instalando em seu computador um programa espião, que, por sua vez, repassará suas as informações aos bandidos. A pescaria de senhas ocorre com muita lábia e pouca tecnologia, disse. Por isso, os clientes devem resistir à tentação e evitar abrir essas mensagens, afirmou.

Câmara ressaltou que há uma espécie de 'efeito-sanfona' no combate aos crimes virtuais. A cada operação de combate às fraudes realizada pela polícia ou a cada lançamento, pelos bancos, de tecnologia capaz de coibir esses golpes, o número de fraudes diminui, voltando a aumentar quando os criminosos presos nas operações são novamente soltos. Ele ressaltou que é preciso modernizar a legislação para aumentar a eficiência no combate aos crimes na Internet. Segundo ele, não se pode confundir privacidade com anonimato. Nas operações bancárias não há anonimato, mas há, sim, uma enorme privacidade, argumentou.

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