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09/07/2013 - Diário do Sudoeste / FolhaPress Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia faz pente-fino para revelar fraudadores de vestibular de medicina


RIBEIRÃO PRETO, SP, 9 de julho (Folhapress) - A Polícia Civil de Araraquara (273 km de São Paulo) vai analisar a ficha de inscrição de cada um dos inscritos no vestibular de medicina da Uniara (Centro Universitário de Araraquara). O objetivo é identificar possíveis novos fraudadores da prova ocorrida no último sábado (6), quando 12 pessoas foram detidas tentando bular o vestibular com escutas instaladas no ouvido.
Um dos trabalhos a ser cumprido de imediato pela polícia será identificar os concorrentes que fizeram a prova no sábado pela manhã, mas não retornaram para a segunda etapa no período da tarde. Eles serão convocados a depor para a polícia, assim como os 12 detidos, que terão que prestar mais esclarecimentos sobre o caso, disse à Folha de S.Paulo o delegado responsável pelo caso, Helton Hugo Negrini.
Por meio dos depoimentos, a polícia acredita que chegarão mais rápido aos líderes da quadrilha especializada em fraudar vestibulares e concursos públicos.
Segundo o delegado, um inquérito foi aberto no mês passado após a denúncia feita pela própria direção da Uniara, de que poderia haver tentativa de fraude no vestibular. Apesar disso, para o dia do vestibular, não foi feita nenhuma operação especial para deter os fraudadores.
"Nós passamos orientações para a direção do centro universitário, de como eles poderiam observar os concorrentes e identificar tentativas de fraudes. Então conseguimos deter as 12 pessoas", disse Negrini.
De acordo com o delegado, eles confirmaram à polícia que pagaram R$ 35 mil para receber a escuta e as informações para o vestibular.
Após pagamento de fiança no valor de R$ 1.500, os detidos foram liberados e poderão responder pelo crime de fraude em concurso de interesse público em liberdade.
Segundo a polícia, o crime prevê pena de um a quatro anos de prisão.
Por meio de nota, a Uniara informou que os candidatos detidos tiveram as provas anuladas e que sempre age com "rigor na proteção da lisura de seus processos seletivos".

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