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10/07/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça nega habeas corpus à ex-delegada suspeita de estelionato

Mulher de São Bento do Sul é suspeita de ter cometido mais de 75 crimes. Decisão foi publicada na tarde desta quarta-feira (10).

A Justiça negou o habeas corpus à ex-delegada Angela Teresa Bork Roesler, presa preventivamente. A decisão foi publicada no Tribunal de Justiça de Santa Catarina nesta quarta-feira (10). Os advogados da ex-delegada entraram com o pedido na terça-feira (9). A ex-delegada de São Bento do Sul é suspeita de ter cometido mais de 75 crimes, entre eles peculato (desvio de dinheiro público), estelionato (obtenção de vantagem ilegal usando de algum tipo de fraude), formação de quadrilha e violação de sigilo de interceptações telefônicas.

A solicitação foi avaliada pelo desembargador Rodrigo Collaço, na 4ª Câmara Criminal, que tem sede no TJ da capital. A ex-delegada da Polícia Civil de São Bento do Sul está presa desde a noite de quinta-feira (5) na Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), em Florianópolis. O desembargador solicitou ainda informações sobre o caso à Comarca de São Bento do Sul.

Este é o segundo pedido de liberdade para Ângela, que foi exonerada do cargo de delegada regional de São Bento do Sul por determinação do secretário da Segurança Pública (SSP), César Grubba, e do delegado-geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D'Ávila. O primeiro pedido de liberdade provisória foi feito e negado pelo juiz da 3ª Vara Criminal da cidade na última sexta-feira (6).

Juntamente com a autoridade, foram presas a policial Cintia Giovana Dutra Rodrigues e outro agente prisional, que também tinham envolvimento nos crimes coordenados pela ex-delegada.

Investigação

Conforme o MP, a investigação iniciou em abril deste ano. O grupo é suspeito de desvio através de serviços praticados por uma oficina mecânica de São Bento do Sul à Delegacia. O crime de peculato teria sido praticado na aquisição de equipamento eletrônico. Já o crime de estelionato foi para o recebimento de um seguro.

Conforme o MP, as investigações apontaram que a Delegada Regional estaria ligada a todos esses crimes. De acordo com o Promotor de Justiça, "as investigações prosseguiram e foram suficientes para apurar, dentre outros crimes, um complexo esquema fraudulento de apropriação e desvio de recursos públicos oriundos do Convênio de Trânsito de São Bento do Sul, em prol do proprietário de uma oficina mecânica de São Bento do Sul".

Já com as investigações, o Ministério Público ofereceu denúncia contra 11 pessoas. A denúncia foi recebida pelo juízo da 3ª Vara de São Bento do Sul, que decretou a prisão preventiva. Das prisões cabe recurso e os réus terão direito de defender-se em juízo.

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