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29/04/2006 - Gazeta de Limeira Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Celular clonado gera conta de R$ 6,6 mil a proprietário

Por: Assis Cavalcante


Após atender ligação a cobrar há cerca de um mês, o autônomo M.F.M., 40 anos, nem imaginava que estava prestes a ser vítima de estelionato, com a clonagem do número de seu telefone celular.

Isso ocorreu depois que o interlocutor passou-se por funcionário da operadora Tim e pediu que digitasse uma seqüência de números no aparelho. A alegação do autor da ligação era que M. teria o telefone bloqueado. Mesmo desconfiado, ele atendeu à solicitação e realizou o procedimento. Mesmo com o telefone funcionando normalmente, ele resolveu tirar uma dúvida e telefonou para a operadora, pedindo orientação e não gostou do que ouviu.
Foi informado pelo atendente que poderia ter sido vítima de um golpe e que a operadora não procede dessa forma, com ligações a cobrar para os clientes. Para evitar problemas, M. pediu o bloqueio da linha, que é pós-paga. A constatação de que foi vítima de criminosos ocorreu ao receber a conta do telefone. A conta relacionava diversas ligações realizadas no período, que totalizava R$ 6.666,57. Isso fez com que procurasse a polícia para registrar queixa.
M., que reside no Jardim Anavec espera resolver o problema com a operadora, no sentido de ter a conta cancelada, já que o seu sistema foi fraudado.

OUTROS CASOS

A Gazeta já recebeu pelos menos outras três reclamações de clientes de telefone fixo e celular que passaram pelo mesmo tipo de problema desde o início do mês.
Apenas uma das vítimas desconfiou de irregularidade e não completou a digitação dos números fornecidos pelo golpista. As demais tiveram os telefones clonados.
A pessoa em questão é a professora S.A.B., 51 anos, que recebeu ligação em seu telefone residencial fixo. Ele identificou-se e disse ser funcionário da Telefônica.
Primeiramente, ele informou à professora que a ligação não seria cobrada e que não tinha outro jeito senão a cobrar, já que sua linha estava sendo cruzada com outras três. Após escapar do golpe, a professora ligou para a Central de Relacionamentos da Telefônica para confirmar se realmente se tratava de uma ação oficial.
A atendente logo a comunicou que se tratava de uma fraude e que ela jamais deveria ter atendido às solicitações. A Telefônica ainda informou que a empresa não liga para o cliente para oferecer serviços e em caso de suspeita, a polícia deve ser acionada.

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