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05/07/2013 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MPE investiga denúncia de fraude contra Chico Galindo

Por: Isa Sousa e Laíse Lucatelli

Denúncia é de Toninho de Souza; caso pode ser encaminhado também para a Polícia.

O Ministério Público Estadual (MPE) vai investigar a denúncia do vereador Toninho de Souza (PSD), de que o ex-prefeito Chico Galindo (PTB) teria fraudado o contrato firmado entre a Prefeitura de Cuiabá e a escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira.

O Município investiu R$ 3,6 milhões no desfile da Mangueira no Carnaval 2013, para que a escola homenageasse Cuiabá em seu enredo.

A documentação foi recebida pelo procurador-geral de Justiça, Paulo Prado, na tarde desta sexta-feira (5).

Ele informou ao vereador que, na próxima segunda-feira (8), encaminhará a nova documentação à Central de Inquéritos e à Promotoria de Defesa da Probidade, do Patrimônio Público e da Ordem Tributária, pois o promotor Roberto Turim já está conduzindo um inquérito sobre o suposto descumprimento do contrato por parte da Mangueira.

“Os documentos apresentados pelo vereador são fatos novos, que vou encaminhar ao promotor Roberto Turim, que já está investigando outras denúncias sobre esse contrato. Caberá ao Turim avaliar qual o melhor caminho a seguir”, disse o chefe do MPE.

“Por outro lado, como há uma denúncia de crime de falsificação de documentos, e o ex-prefeito Chico Galindo não possui mais foro privilegiado. Vou encaminhar o caso também para a Central de Inquéritos, que vai avaliar se preenche os requisitos para que seja instalado um inquérito policial. Se for o caso, a central encaminhará o caso para a Polícia”, explicou Prado.

Toninho de Souza, por sua vez, disse que já fez sua parte e, agora, aguardará uma resposta do órgão.

“Eu já fiz tudo o que poderia fazer nesse caso. Denunciei na Câmara, denunciei ao Ministério Público, apresentei evidências da fraude. Agora, espero uma resposta plausível, porque é óbvio que o contrato foi fraudado”, disse.

Na sessão da última quinta-feira (4), o vereador denunciou, na tribuna, que Galindo teria substituído o contrato original com a Mangueira por outro, falsificado, que estendia o prazo para a escola de samba prestar contas do dinheiro recebido do patrocínio da prefeitura, bem como ampliava o prazo para o município pagar as parcelas que ainda faltavam.

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