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22/06/2013 - Jornal da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpista se passa por sargento e realiza compra de R$ 10 mil

Por: Carlos Paiva


Gerente de rede de supermercados, com filial da avenida Doutor Fidélis Reis, registrou ocorrência policial de uma compra feita por um falso cliente no valor de R$10 mil. Conforme o documento, um homem, se passando por sargento do 4º Batalhão da Polícia Militar (4° BPM), teria feito encomenda de alguns produtos e recargas de celulares. O golpe foi descoberto quando o supermercado foi realizar a entrega na sede do Batalhão. As polícias Militar e Civil investigam o crime, que pode ter sido cometido de dentro da penitenciária de Uberaba.

Na tarde de quinta-feira (20), o gerente H.L.B., 32 anos, e uma funcionária do supermercado se dirigiram até a Área Integrada de Segurança Pública (Aisp)/bairro Boa Vista, para lavrar Registro de Defesa Social (Reds). No documento, os dois relataram que, por volta de 10h45, um homem ligou para o supermercado, se identificando como “sargento do 4º Batalhão da Polícia Militar em Uberaba”, e encomendou 10 fardos de Coca-Cola, quatro mil palitos de dente e quatro mil copos descartáveis. Ele perguntou se poderia pagar pela encomenda na sede do 4º BPM no momento da entrega. Ao ser dito que sim, o suposto sargento solicitou ainda que fizessem recargas em um modem de internet, que utiliza chip de celulares. Os funcionários, estranhando a situação, ligaram para um dos gerentes de prevenção da empresa, o qual disse conhecer o tal sargento. Após serem feitas recargas, foram até o 4º BPM, no bairro Fabrício, realizar a entrega e receber a conta, no valor de R$10.233. Somente quando chegaram ao Batalhão é que descobriram que haviam caído em um golpe, pois na instituição não havia nenhum sargento com o nome citado no ato da compra pelo telefone.

Aos funcionários foi explicado que no caso de o Batalhão necessitar de algum produto, o procedimento de compra é completamente diferente. Foi registrado um Reds e encaminhado à Polícia Civil, que já instaurou inquérito policial com o objetivo de chegar até o golpista que causou prejuízo de mais R$10 mil ao supermercado. O Serviço de Inteligência da Polícia Militar também investiga o uso do nome da instituição para prática de crime. Suspeita-se que o golpe tenha sido aplicado através de celular de dentro da penitenciária Professor Aluízio Ignácio de Oliveira.

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