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22/06/2013 - Bom Dia Sorocaba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsificador de bebidas é detido em Bauru

Por: Carolina Bataier

PM realiza abordagem de rotina e acaba descobrindo laboratório onde os produtos eram produzidos.

Quem ingere bebidas falsificadas normalmente acorda com dor de cabeça. Mas nesta sexta-feira (21), quem teve dor de cabeça foi quem as produz: Marcelo Fernandes, 37 anos.

Policias Militares da Força Tática de Bauru encontraram na casa dele um laboratório onde eram produzidos litros de uísque e vodca falsificados.

Na casa, às margens da rodovia Elias Miguel Maluf, havia garrafas e embalagens de bebidas famosas, além de apetrechos para a produção dos produtos falsificados. O laboratório ficava em um quartinho no fundo da residência. Os policiais chegaram até o local após abordarem um homem que estavam em um carro com placa de Cruzália (227 km de Bauru).

“Como não é uma cidade muito conhecida, resolvemos abordar e percebemos que ele estava nervoso”, conta o sargento Tenório, da Força Tática da Polícia Militar.

No carro, estavam nove litros de uísque que o homem disse ter comprado por R$ 30 cada. Ele indicou aos policiais o local onde havia comprado as bebidas falsificadas. Na casa de Marcelo, foram flagrados mais dois homens, ambos de Garça (a 77 km de Bauru), que vieram para comprar bebidas.

O acusado estava no local e disse aos policiais que comprava bebidas em São Paulo para revender por aqui e “fazia umas misturinhas”.

De acordo com os policiais, Marcelo já responde processo em liberdade por falsificação de bebidas.

Ele foi levado ao plantão policiais, onde permanecia até o fechamento desta edição.

MAIS

Garrafas vazias podem ter sido adquiridas em bares da cidade

Além das dezenas de garrafas encontradas com os homens que estavam comprando o produto, havia outras na casa, tanto cheias quanto vazias, todas de bebidas alcoólicas de marcas famosas. Quase todas valem, no mercado, mais de R$ 50.
Havia também dezenas de selos e embalagens de papelão ainda desmontadas, também de bebidas de marcas famosas, mostrando a perfeição do trabalho de falsificação realizado no local.
Os policiais suspeitam que funcione pelas ruas da cidade um serviço de coleta e venda de garrafas vazias para esta finalidade.
Um dos policiais militares contou à redação que existem usuários de crack que passam pelos bares pedindo garrafas vazias, que depois são comercializadas.
Na casa do acusado, os policiais encontraram galões com líquido que poderia ser álcool, provavelmente utilizado na produção das bebidas.
Havia também funis, tubos de ensaio, e até uma ferramenta elétrica usada para lacrar as garrafas.

8 anos é a pena máxima para este crime

Pena mínima é de quatro anos

De acordo com o artigo 272 do Código Penal, a pena mínima
para quem falsifica substância ou produto alimentício é de quatro anos de reclusão e multa a ser definida em juízo.

Quem vende também pode ser preso

A lei incide também sobre quem vende, expõe à venda, importa, tem em depósito para vender ou, distribui ou entrega a consumo a substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado

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