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27/04/2006 - O Norte Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MP diz que vai apurar denúncia do Sindpetro sobre lavagem de dinheiro


O Ministério Público já determinou a apuração das denúncias do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado da Paraíba (Sindipetro) de que o preço mais baixo da gasolina praticada na Capital estaria servindo para a lavagem de dinheiro. A determinação foi do Curador do Consumidor de João Pessoa, Francisco Sagres.


"Já mandei para os órgãos competentes para investigar", apontou o Curador, dizendo que o caso deve envolver o serviço de inteligência das Polícias. O Curador disse que já tinha recebido denúncias inclusive de compras de postos por estrangeiros, mas que até o momento nenhuma irregularidade foi comprovada.


Ele também alertou que as denúncias não podem servir como justificativa para a elevação dos preços na Capital paraibana. Francisco Sagres disse que nenhuma operação da Força Tarefa está sendo organizada porque o comércio de combustíveis está praticando preços compatíveis para o consumidor, inclusive com variações, ao invés da cartelização diversas vezes verificada.


Quanto ao "baixo lucro" que o presidente do Sindipetro, Evaristo Cavalcanti, diz estar prejudicando os proprietários de postos de combustíveis, o Curador destacou que os empresários conseguem tirar seu sustento através da venda de outros produtos, como gêneros alimentícios.


O presidente do Sindipetro denunciou que grandes redes distribuidoras, como Ypiranga e Petrobrás, estão subsidiando revendedores, possibilitando a venda da gasolina por preço mais baixo. No entanto, o preço mais barato é praticado também por redes de menor poder econômico como S, Ello e Sat e até em postos de bandeira branca que não tem contrato de fidelidade.


A gasolina está sendo comercializada por preços que variam de R$2,29 até R$ 2,65. O Sindipetro alega que os donos de postos precisam de um lucro de 20%, mas os órgãos de defesa do consumidor destacam que esse índice pode ser de 16% a 18%.


Segundo o Sindipetro, quem vive do comércio em postos de combustível está tendo prejuízo na cidade. Apesar das afirmações, somente no Bairro dos Estados três novos postos estão em construção, bem como outro estabelecimento em Manaíra. "Acredito que a gasolina é gênero de primeira necessidade, o preço não pode aumentar mais do que já está", afirmou a consumidora Flaviana Mesquita.

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