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15/06/2013 - Jornal Cruzeiro do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatários usam telefone para cobrar falsas dívidas

Por: Marcelo Roma


Estelionatários estão aplicando golpes ao cobrar falsas dívidas de empresas e instituições. Eles ligam, dizem que há títulos a serem protestados em cartório e que o pagamento deve ser feito com urgência. Em Sorocaba houve pelo menos quatro tentativas desse tipo de estelionato, mas não se sabe se alguém chegou a pagar por dívida que não existia.

A dona de um escritório de venda de seguros na zona norte, Maria de Fátima Gomes, recebeu telefonema na quinta-feira em que o estelionatário avisava sobre uma dívida que deveria ser paga no mesmo dia. A pessoa fingiu ser funcionário do cartório de Tatuí e deu um número de telefone, que seria de uma empresa de São Paulo para a qual a corretora de seguros devia.

Maria de Fátima ligou para esse número e do outro lado, passaram de uma pessoa para outra. Ela acredita que isso também fazia parte do golpe, porque não teriam como comprovar o débito. Como tem controle das contas da empresa, Maria de Fátima desconfiou e telefonou para o cartório em Tatuí.

Falou com um funcionário e ele disse que quatro pessoas de Sorocaba já haviam ligado para perguntar a mesma coisa. Para a corretora de seguros, os estelionatários podem ter enganado vítimas que não têm controle sobre a contabilidade da empresa e, na dúvida, resolvem pagar. Segundo ela, a cobrança era de sete títulos de R$ 403,90 cada um.

ASI

Os estelionatários também tentaram cobrar dívida inexistente da Associação Sorocabana de Imprensa (ASI) esta semana. Da mesma maneira, o estelionatário ligou para o escritório da entidade como se fosse do cartório de Tatuí e mencionou a dívida de um suposto anúncio numa revista. Teriam que ser pagas nove parcelas de R$ 400 cada, segundo o tesoureiro da ASI, o jornalista Renato Monteiro.

A dívida seria de maio de 2011, mas segundo Monteiro não havia nenhum registro. A secretária da ASI entrou em contato com a suposta revista, pelo número de telefone indicado, e confirmaram o débito. Foi feita então uma consulta ao advogado que presta serviço à ASI e diante da explicação de como ocorreu a cobrança ele esclareceu que era uma tentativa de estelionato.

O aviso sobre títulos protestados geralmente chega por correspondência e o cartório tem que ser da cidade em que mora o devedor, ressalta Monteiro. Nos dois casos não foram registrados boletins de ocorrência.

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