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14/06/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Caixa Econômica alerta para falsas associações de programa habitacional

Cerca de 50 mil famílias de baixa renda esperam pela entrega de casas. Caixa já encaminhou todos os casos detectados às unidades competentes.

Com cerca de 50 mil famílias de baixa renda aguardando a entrega de casas populares em Porto Velho, a Caixa Econômica Federal (CEF) alerta para atuação de falsas associações que prometem inscrições do programa Minha Casa Minha Vida.

Mãe de dois filhos, Tereza Cristina há anos luta para ter onde morar. Sem opção, ela ocupou um terreno. Na Secretaria Municipal de Regularização Fundiária (Semur) tenta resolver a situação, mas ainda vai ter que continuar aguardando.

"Não tenho para onde ir. Eu estou lá naquela casinha pequena, abandonada. Estava sem luz, aí o vizinho me cedeu a luz. Estava sem água, o vizinho me cedeu a água. Não tenho o que comer", lamenta Tereza Cristina.

De acordo com o secretário Semur, Christian Camurça, no próximo semestre deverão ser entregues mais de quatro mil unidades habitacionais. Para o próximo ano a previsão é a construção de mais de 10 mil residências para esta faixa da população. "Não vai resolver o nosso déficit habitacional, que hoje está chegando acima de 50 mil unidades, mas a gente pretende chegar até o final desse ano com 18 mil novas unidades. Isso aí chega a quase 80 mil pessoas que daqui a dois anos terão uma moradia", afirma o secretário.

Em Porto Velho o problema de agrava por conta do abandono de algumas obras destinadas a programas de habitação popular. É o caso de um conjunto habitacional inacabado na Zona Leste da capital, abandonado há anos e que foi ocupado por dezenas de famílias que não têm onde morar.

Criado em 2009 pelo governo federal para atender famílias de baixa renda, o programa Minha Casa Minha Vida tem o objetivo de sanar o déficit habitacional no país. De acordo com o gerente regional da CEF, Wilson Alves, o programa já beneficiou em mais de 1 mil famílias em Rondônia. No entanto, faz um alerta para a prática criminosa de algumas associações que oferecem falsas inscrições no programa.

"A CEF já encaminhou todos os casos detectados às unidades competentes. A CEF, por ser uma instituição 100% pública, já encaminhou para a esfera federal e que deve estar tomando providênicas sobre esses casos", explica Wilson Alves.

Quem quiser fazer o cadastro deve buscar informações na Semur, que fica na Avenida Jorge Teixeira ou na Caixa Econômica Federal. Apenas seis associações no estado, sendo duas em porto velho, estão autorizadas a fazer a inscrição.

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