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06/06/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude contra o INSS pode chegar a R$ 1 milhão em Campo Belo, diz PF

Suspeitos criavam falsos vínculos empregatícios para obter benefícios. Presidente da Câmara da cidade também está sendo investigado.

Uma operação realizada pela Polícia Federal de Varginha (MG) visa desarticular uma possível quadrilha de Campo Belo (MG) suspeita de fraudes no INSS. De acordo com o delegado da Polícia Federal, João Carlos Girotto, as fraudes podem ter causado um rombo de R$ 1 milhão nos cofres da previdência social.

As investigações começaram há um ano. Cerca de 50 policiais federais trabalharam na operação batizada como "Loki”, que faz alusão ao deus mitológico que representa a trapaça. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão. Os envolvidos, segundo o delegado, criavam falsos vínculos empregatícios para obter benefícios da previdência social. Ao todo, 15 pessoas serão ouvidas.

A PF suspeita que os crimes são cometidos há pelo menos três anos. Para forjar o tempo de serviço necessário para a obtenção de benefícios, a quadrilha usava o nome de empresas que não estão mais em funcionamento.

Durante a operação, vários documentos foram apreendidos. Os agentes fiscalizaram residências, escritórios de contabilidade e também a Câmara Municipal. A suspeita é que o presidente da Câmara, Hélio Donizetti Mendes, também esteja envolvido nas fraudes. Ele é contador há mais de 30 anos e usaria o gabinete como extensão do escritório em Campo Belo.

No gabinete do vereador, a polícia apreendeu cerca de 100 carteiras de trabalho. O presidente da Câmara nega que usava o espaço para exercer a função de contador, mas na casa dele, um aviso colado em um dos portões diz que o atendimento é feito na Câmara Municipal.

“Eu coloquei aquele aviso ali só para as pessoas saberem onde me encontrar”, alega. O vereador também negou participação no esquema.

A Justiça Federal de Lavras (MG) também expediu ordem judicial para o bloqueio de contas bancárias dos investigados. Os suspeitos poderão responder por crimes de estelionato qualificado – contra entidade de direito público – e formação de quadrilha. Os suspeitos de liderar a quadrilha serão ouvidos nesta sexta-feira (7).

A polícia investiga agora se houve mais fraudes em outros períodos. A suspeita é que mais de 100 pessoas na região tenham sido beneficiadas pelo grupo. Os beneficiários também serão ouvidos pela polícia e se comprovado que eles sabiam do esquema, todos podem perder os benefícios.

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