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03/06/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suposta fraude em sorteio de casas é discutida na Câmara em Anhembi

Moradores alegam que teve gente que não precisa e foi contemplada. Primeiro nome sorteado foi de uma mulher que morreu há dois anos.

O sorteio das casas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), em Anhembi (SP), continua gerando discussões. Quem não conseguiu ser contemplado com uma moradia garante que há irregularidade e que algumas pessoas beneficiadas não precisam dos imóveis. O assunto deverá ser discutido na sessão da Câmara na noite desta segunda-feira (3).

Os moradores pediam ajuda aos vereadores. Rodrigo Elias Pinto (PSDB) vai entrar com um requerimento na sessão sobre as denúncias de supostas fraudes. Há quase três meses o vereador já havia feito outro requerimento enviado à CDHU, mas até ainda não obteve resposta. “Um dos comentários é que um documento que era requisito comprovando os três anos de residência no município seria uma declaração junto ao Posto de Saúde. Tendo em vista que tem comentários que essa documentação pode ter sido fraudada, a gente está pedindo explicações ao coordenador do Posto de Saúde”, informa.

O primeiro nome sorteado no mês passado pela CDHU e prefeitura é de uma mulher que morreu há dois anos. A companhia garante que a próxima fase que é a da avaliação dos documentos será mais rigorosa. Depois que lista oficial foi divulgada, os moradores ficaram ainda mais revoltados. Como a cidade é pequena e muitos se conhecem pelos nomes, quem ficou de fora percebeu que alguns contemplados não precisam das casas. “Muita gente que tem casa, sítio. Não acho certo a pessoa que tem condições pegar”, diz a dona de casa, Diana Gonçalves.

Bruna tem uma filha de três anos. Ela vive na casa da mãe porque não tem onde morar. Ela não conseguiu uma casa do conjunto que deverá ser entregue nos próximos meses. “Achei que foi muito errado e teve muita injustiça. A CDHU deveria estar em cima e ver o erro que está acontecendo

A aposentada Isabel Cristina Fernandes está revoltada. Ela conta que a filha que mora de favor na casa dela há 35 anos e tem três filhos. E acredita que perdeu a casa para pessoas que não moram em Anhembi. “Uns pegam outros não pegam. Gente que faz pouco tempo na cidade pegou casas e aqueles que fazem muito tempo que moram aqui não pegaram. Não sei o que acontece”, conta.

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