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31/05/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes com cartões de crédito estão entre as maiores reclamações

Por: Alberto Gaspar

Um em cada três brasileiros que têm cartão já sofreu algum tipo de fraude. Cartões sem chip, só com tarja magnética, são os mais vulneráveis.

As fraudes com cartão de crédito estão entre as reclamações que o Procon mais recebe no país. Um em cada três brasileiros que têm cartão já sofreu algum tipo de fraude nos últimos cinco anos.

O Procon de São Paulo alerta - o consumidor que passar por isso tem que ser ressarcido pela administradora do cartão.

César Augusto é um brasileiro que vive em Londres. Sem nenhum dinheiro. Todas as economias dele desapareceram do cartão pré-pago que ele comprou antes de viajar. Seis mil libras, que equivalem a cerca de R$20 mil reais.

“Eu passei no supermercado e tentei comprar uns 3 itens. Quando eu passei no caixa , a menina do caixa disse que o cartão estava sendo recusado", conta ele. O pior foi o prazo pedido pela administradora do cartão para investigar a possível clonagem. "45 a 120 dias, para me dar uma resposta”, afirma César.

Cartões pré-pagos muito usados em viagem, são quase dinheiro vivo diz o executivo de uma grande multinacional fornecedora de meios de pagamento, Hugo Costa. Ele não tem histórico do cliente - que permite o bloqueio automático em casos de comportamentos estranhos.

Em uma pesquisa feita pela empresa em 17 países - o Brasil aparece entre o quinto e o sexto lugares em volume de fraudes. 30% dos entrevistados declararam ter passado por isso nos últimos 5 anos.

Os cartões sem chip, só com tarja magnética, são os mais vulneráveis.

“Pode ser facilmente copiada pra um dispositivo mínimo que cabe na palma da mão, versus um chip, que exigiria uma engenharia quase de laboratório pra conseguir clonar e fraudar esse chip”, comenta Hugo.

Claro que o consumidor tem seus deveres, suas responsabilidades para o bom uso dos cartões mas, segundo o Procon de SP também tem o direito de ser ressarcido ao se sentir lesado. Existe um prazo estabelecido na lei para isso.

"A operadora terá o prazo de cinco dias para te dar uma resposta e solucionar o problema. É de ser ressarcido a menos que fique comprovada fraude ou a má fé do consumidor ou a negligência do consumidor com relação aos dados do cartão. Mas, quem deve fazer a prova dessas situações, o ônus de prová-las é da operadora do cartão de crédito", afirma Paulo Arthur Góes, diretor-executivo do Procon SP.

Só com a ajuda do Procon, Carolina Lopes conseguiu se livrar de uma divida R$6,2 mil gastos por criminosos que clonaram o cartão de crédito dela.

"Quatro meses nós ficamos rolando, naquela apreensão de sermos negativados por conta dessa dívida que não foi nossa. Ouvirmos uma coisa nesse sentido é lastimável", desabafa a dona de casa.

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