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23/06/2012 - Epoch Times Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Salários falsos na China podem custar mais de US$ 1 bilhão


A recente campanha para acabar com “funcionários fantasmas” descobriu mais de 70 mil “empregados” não-existentes, distribuídos por sete províncias da China. O custo total dos salários falsos pode chegar a mais de um bilhão de dólares.

O Supremo Tribunal Popular, a agência do Estado mais alta responsável por processos legais e investigação, divulgou em 19 de junho que estas sinecuras foram encontradas em todo o governo e aparato do Partido Comunista Chinês em diversos níveis. O fenômeno é composto por quatro categorias: listar um emprego, mas não contratar ninguém; transferir o trabalhador, mas não relatar a mudança de pessoal; encher a folha de pagamento; e manter defuntos na folha de pagamento.

De acordo com o Anuário Estatístico de 2005 da China, com base nas despesas anuais de 800 a 3 mi dólares para cada sinecura, tais despesas em sete províncias estão entre 350 milhões e 1 bilhão de dólares. Se esses números se refletirem em outras províncias, regiões autônomas e municípios, a riqueza extraída dos contribuintes é enorme.

O Prof. Li Chengyan, diretor do ‘Centro de Pesquisa para a Construção de uma Governança Limpa’ da Universidade de Pequim, comentou sobre o assunto, “O escândalo da sinecura tornou-se um buraco negro no orçamento. A causa principal é a supervisão frouxa do pessoal administrativo, o mapeamento organizacional opaco, os abusos de poder e o controle ineficaz dos recursos humanos e finanças.”

Observando a província de Shandong, por exemplo, de 11,858 violações, apenas 269 pessoas foram disciplinadas. A maioria dos envolvidos num escândalo de sinecura está livre e dificilmente algum deles foi punido. Críticos apontam para tais fatos argumentando que não há mecanismo eficaz de controle ou eliminação do abuso generalizado de tomar o dinheiro público por meio de falsos empregos. Wang Yukai, um professor de administração pública, disse, “O abuso de poder tem ferido gravemente a implementação do sistema. A fim de reforçar a supervisão, promover a reforma do sistema é fundamental.”

O nepotismo bem-documentado na China não ajuda. Isto foi ilustrado por três casos de Shanxi, relatados pela imprensa chinesa. Wang Ye, a filha de um secretário municipal do Partido Comunista Chinês, foi uma funcionária fantasma no Centro de Controle de Doenças e recebeu pagamento por mais de cinco anos. Li Nan, um secretário municipal da Secretaria de Educação, tinha uma sinecura numa escola secundária local em condições semelhantes. Wang Hui, um ex-vice-chefe municipal, entrou no negócio privado em 1992 e nunca trabalhou na administração civil local, mas até 2007 ele era pago por um trabalho lá que nunca fez.

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