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29/05/2013 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Usuários sofrem com “estelionato” das passagens pagas adiantadas; greve favorece empresas

Por: José Ribamar Trindade


Estelionato, apropriação indébita ou calote. A grave dos motoristas entra para o seu terceiro dia. Legal ou ilegal, a paralisação trouxe à tona uma realidade sobre a qual ninguém falou nada ainda: com a era do cartão magnético, os passageiros pagam suas passagens adiantadas. Ou seja, os donos de ônibus e micro-ônibus são obrigados a transportar a população, pois recebem o dinheiro adiantado. Com a greve, além dos transtornos, muitas pessoas correm risco de perder o emprego por culpa da indiferença e da irresponsabilidade das empresas do transporte coletivo de Cuiabá.

A reportagem do Portal Notícias 24 Horas News percorreu vários pontos de nesta terça-feira, 28, e conversou com cerca de 20 pessoas. Uma delas destacou o pagamento das passagens de coletivos à vista, ou seja, mesmo antes de entrar em um coletivo, o passageiro já pagou a passagem, sendo obrigado a desembolsar um dinheiro que ele ainda não recebeu, no caso dos assalariados.

Existem casos, e não são poucos, de empresas comprar milhares de passagens para serem usadas por um mês ou mais. E também de passageiros isolados que chegam a adquirir até 100 ou 200 bilhetes por mês, sem contar aquele que compram, anrtecipadamente, 10, 20, 50 passagens ou mais, dependendo de sua necessidade de usar o trasnsporte coletivo urbano.

Com a chegada da grave, centenas e milhares de pessoas que pagaram suas passagens adiantadas, ao contrário das empresas, ficaram no prejuízo. Todos, sem exceção, estão esperando até 1 hora para subir em um ônibus para chegar ao trabalho. Muitos desistem e outros resolvem encarar os patrões, mesmo chegando até com mais de uma hora de artraso. Com isso, perdem direitos a folgas, são obrigados a repor a a hora não trabalhada, issoquando o patrão não decide descontar sa hora perdida do salário. Quer dizer: todo mundo perde com a greve, menos as empresass que já embolsaram o dinehiro adiantamente, mesmo não estando atendendo a população.

“Acho que os responsáveis pelo transporte coletivo – empresários, prefeito, sei lá quem mais –, deveriam pagar táxi para nós que agora somos obrigados a pagar as passagens adiantadas. Isso não é um golpe? Isso não é um estelionato? Não estão ficando com nosso dinheiro indevidamente?”, questionou dona Maria Eugênia, de 48 anos, residente na Morada da Serra que já estava a 40 minutos embaixo do viaduto da Avenida Rubens de Mendonça para ir para a casa dela.

“Os motoristas e os donos de ônibus e lotações não estão nem´aaí com essa greve. Parece que tudo foi combinado muito antes. Os coletivos deixam de circular, os motoristas vão ganhar um aumentozinho e os empresários, estes, sim, vão levar vantagem. Parados, os ônibus economizam pneus, peças e combustível e com certeza os empresários vão conseguir aumentar mais uma vez o preço da passagem de ônibus, que já é uma das mais caras do País”, alerta dona Mara, de 50 anos, moradora do centro da Capital.

A reportagem não conseguiu falar com nenhum representante da Prefeitura de Cuiabá, muito menos com sindicalistas e empresários do transporte coletivo em Cuiabá.

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