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23/05/2013 - Jornal O Nortão Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa de REDD que afirmava atuar no Brasil é investigada por fraude

Uganda e Sri Lanka, está sendo indiciado por uma possível fraude de £1,2 milhão (R$ 3,68 milhões).

Matthew Ames, presidente da Forestry for Life, uma companhia britânica que alega possuir os direitos sobre os créditos de carbono de 400 mil hectares de florestas no Brasil, Uganda e Sri Lanka, está sendo indiciado por uma possível fraude de £1,2 milhão (R$ 3,68 milhões).

A Forestry for Life prometia um retorno de 12% nos primeiros três anos a seus investidores com a venda de créditos de carbono, atividade classificada como “uma oportunidade ética e de baixo risco”.

Segundo o portal REDD Monitor, a empresa foi criada em 2009 com a promessa de levantar US$ 5 bilhões até 2013 para promover a conservação das florestas, mas nunca chegou perto dessa marca. Em 2011, a Forestry for Life e outra companhia de Ames, a Investor Club, foram liquidadas e ficaram devendo os £1,2 milhão aos seus apoiadores.

Segundo um documento da Forest for Life, o investimento mínimo de cada interessado nos créditos de carbono deveria ser de £25 mil (R$ 76 mil), que seriam utilizados para melhorar a vida de comunidades florestais e para proteger árvores e espécies em extinção.

Apesar de informar possuir projetos no Brasil, uma reportagem do jornal britânico The Echo mostrou que na realidade os créditos de carbono anunciados pela empresa ainda não existiam e que nenhum hectare de terra havia sido negociado.

James Middleton, irmão de Kate Middleton, esposa do Príncipe William, chegou a trabalhar para a Forest for Life, mas teria se desligado da empresa antes que ela falisse.

Matthew Ames já foi ouvido pela justiça britânica em fevereiro deste ano e deve voltar a ser interrogado em setembro.

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