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23/05/2013 - O Tempo / The New York Times Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Corrupção também está dentro do ambiente profissional

Por: Floyd Norris

Pesquisa indica que 20% já viram um incidente nas empresas; prática comum seriam as jogadas para camuflar as despesas.

A corrupção é um negócio em expansão. Uma nova pesquisa de funcionários de governos de 36 países da Europa, África, Índia e do Oriente Médio indica que ainda há muito a ser investigado sobre a prática. Escândalos de pagamentos de propina têm dominado as manchetes de jornais de vários países, como Índia, Nigéria – e Brasil. A pressão internacional por leis contra a propina tem aumentado nos Estados Unidos e na maior parte dos países europeus.

De uma maneira geral, no último ano, cerca de 20% dos participantes do levantamento afirmaram conhecer incidentes em suas próprias empresas, que poderiam ser classificados como uma “marretada” – jogadas para camuflar as despesas ou ressaltar a renda. Os diretores e gerentes sênior, por sua vez, representam 42% dos que afirmaram ter presenciado alguma questão.

O trabalho foi conduzido, no ano passado, pela Ipsos, empresa de pesquisa de mercado, a pedido da grande empresa de contabilidade Ernst & Young. Esta última não detalhou as respostas à pergunta das marretadas por país, mas indicou que os gerentes de mercados em crescimento eram mais propensos a afirmar que isso havia acontecido que os das economias já desenvolvidas.

Regional. Quando perguntadas se as empresas em seus países “frequentemente relatam uma performance financeira melhor que realmente têm”, mais da metade dos entrevistados em nove países – Nigéria, Eslovênia, Rússia, Espanha, Croácia, Índia, Sérvia, Quênia e Áustria – afirmou que sim. Do outro lado da escala, menos de um quarto dos pesquisados de oito países – Finlândia, Noruega, Suíça, França, Romênia, Suécia, Hungria e Holanda – afirmou que isso acontece.
O representante global da Ernst & Young, David Stulb, afirma que a corrupção está crescendo, em parte, porque muitas empresas estão preocupadas com a pressão do Ato Americano de Práticas Estrangeiras Corruptas, que impede o suborno de funcionários estrangeiros, e leis similares em outros países desenvolvidos.

Outros ramos são mais corruptos

A pesquisa revelou uma “lacuna de percepção de corrupção” em muitos países, em que os participantes afirmaram que subornos e práticas corruptas eram muito mais comuns em outras partes de seu país que na própria empresa. Por exemplo, 94% dos participantes do Quênia acharam que a corrupção está espalhada pelo país, mas somente 34% acha que isso é um problema nas empresas. Na pesquisa, corrupção e suborno são comuns nos países do sul e do leste europeu, bem como na Índia, no Oriente Médio e na África.

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