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08/11/2007 - Gazeta do Sul Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dicas práticas de Informática

Por: Júlio Battisti


Chega de digitar senhas, o negócio agora é “desenhar” suas senhas: Senha do banco (ou dos bancos, para quem tem conta em mais de um banco), senha do cartão, senha para o acesso via internet, senha do cartão da loja, senha do cartão de crédito, senha do plano de saúde, senhas, senhas e mais senhas. Definitivamente a nossa memória é treinada diariamente em um exercício de lembrar senhas. O pior é que a maioria dos usuários não decora todas estas senhas e aí comete um crime contra a segurança que é o de anotar suas senhas (dizem que é para não esquecer, mas na verdade serve para golpistas e pessoas má intencionadas descobrirem as senhas do usuário). As pessoas simplesmente têm uma capacidade limitada de lembrar seqüências aleatórias de letras e números e por isto, elas normalmente acabam utilizando senhas cuja memorização seja bem fácil, tais como nome dos filhos ou de um parente próximo, números em seqüência, número do telefone ou data de aniversário e assim por diante. Só que estas senhas também tornam-se fáceis de serem adivinhadas pelos golpistas. O grupo de Interesses de Comunicações e Computadores da Associação de Dispositivos de Computação começou a trabalhar numa recente idéia com o objetivo de balancear segurança e memorização de senhas: uma forma melhorada do método 'Desenhe um Segredo' (DAS). O conceito básico por trás do DAS está no fato de que as pessoas memorizam e reconhecem imagens de forma melhor do que palavras. As primeiras implementações do DAS apenas usam a habilidade dos usuários em usar uma caneta para desenhar formas específicas numa tela sensível ao toque – as pessoas decoram desenhos específicos como senhas e os utilizam para isso. Nada de desenhos muito complicados. São desenhos simples, que passam por pontos específicos. A versão mais recente desta tecnologia apresenta evoluções em todos os aspectos do DAS: reconhecimento, complexidade e capacidade das pessoas memorizarem os desenhos utilizados. Os autores sugerem que o simples uso de alguma imagem de fundo já resolve os problemas – assim, as senhas devem ser imaginadas como uma espécie de 'grafite' Esta revisão, chamada de “Desenhe um Segredo num Plano de Fundo” (BDAS), parece funcionar. Em testes, os usuários conseguiram criar senhas mais complexas do que as pessoas que usaram sistemas DAS da primeira geração. Para melhorar ainda mais, uma semana depois do teste inicial, 95% conseguiram relembrar suas senhas desenhadas em apenas três tentativas. Vamos aguardar e ver se esta tecnologia poderá ajudar a tornar nossa vida digital mais segura.

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