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20/05/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cheque da Câmara de Ourinhos, SP, é clonado por golpistas

Estelionatários também fizeram outras vítimas na cidade. Cerca de 1 milhão de cheques foram falsificados em um ano em SP.

O uso do cheque no comércio diminuiu bastante, mas o que não diminuiu foram os golpes usando esse tipo de pagamento. Em um ano, foram clonados ou falsificados mais de um milhão de folhas de cheque, no estado de São Paulo. E em Ourinhos (SP), nem a Câmara de Vereadores escapou dos golpistas.

A folha de cheque ainda nem foi utilizada pela Câmara e acabou sendo compensada em uma agencia bancária da cidade. O cheque na verdade foi clonado. Um golpista conseguiu sacar no banco R$ 4 mil em dinheiro apresentando uma folha que possui a mesma numeração do documento original. Ele também falsificou a assinatura da tesoureira e do presidente da Câmara de Ourinhos. ”Fizemos o boletim de ocorrência para que se apure quem são os responsáveis desse cheque clonado que foi para uma conta de São Bernardo do Campo”, explica Lucas Pocay, presidente da Câmara de Ourinhos.

Um dos cheques da guarda mirim da cidade também foi clonado e por pouco o estelionatário não conseguiu aplicar o golpe. “No momento em que houve essa suspeita de que o cheque era clonado, o suspeito deu uma desculpa que ia pegar algo no carro e fugiu do local”, conta Henrique Ferreira dos Santos, presidente da Associação Mirim de Ourinhos.

Dados do Banco Central apontam que nos últimos doze meses dois milhões de cheques sem fundos foram devolvidos só no estado de São Paulo. A estimativa é de que pelo menos um dessas devoluções tenham ocorrido por motivo de falsificação ou clonagem. Os estelionatários se aproveitam de descuidos dos donos dos cheques ou falhas na segurança dos bancos para conseguir aplicar os golpes, por isso é preciso tomar alguns cuidados na hora de utilizar as folhas para o pagamento de contas.

“Não entregar cheques em pequenos estabelecimentos que você não conheça. Para comerciantes ambulantes, que não tem o negócio regulamentado. Nesses casos você corre o risco do cheque ser negociado com fornecedores, correndo de mão em mão e você nem sabe onde o cheque foi parar”, explica o delegado Pedro Otávio Telles.

A maioria dos casos não é registrada na polícia. Muitos clientes resolvem o problema diretamente com o banco e isso dificulta a investigação para se chegar às quadrilhas de estelionatários. Em uma loja de roupas da cidade, o dono tomou algumas medidas para diminuir o prejuízo. Cheques de terceiros não são aceitos. “De terceiros não temos como conferir a autenticidade do cheque, então só aceitamos cheques da pessoa e com apresentação dos documentos”, explica o dono Marcos Jorge Pereira.

A secretária Karina Mantovani foi mais além. Depois que teve o talão de cheques furtado por uma empregada doméstica, passou a ter tanta dor de cabeça que agora ela só faz compras em dinheiro ou no cartão de crédito. “A gente fica vulnerável e cheque não é mais garantia de pagamento para ninguém”, completa.

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