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16/05/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

'DFTrans dificulta fiscalização de fraudes', diz associação de auditores

DFTrans não comentou a reclamação até a publicação desta reportagem. 1.884 passagens foram pagas em um ônibus em 51 minutos, diz entidade.

Auditores fiscais do transporte do Distrito Federal entraram nesta quarta-feira (15) com uma representação junto ao Ministério Público alegando dificuldade de acesso ao banco de dados do Sistema de Bilhetagem Eletrônica do DFTrans. De acordo com os fiscais, essa limitação atrapalha a avaliação de fraudes como a que envolve a empresa Rotha.

Relatório elaborado pela Associação dos Auditores Fiscais do Transporte esta semana revelou que a empresa Rotha cobrou do GDF o pagamento da passagem de 1.884 pessoas que teriam sido transportadas em um único ônibus no intervalo de 51 minutos. Segundo o documento, em menos de dois minutos, o mesmo cartão de vale transporte foi passado 77 vezes no validador do ônibus. Outros dez casos parecidos foram identificados.

O DFTrans informou que já havia constatado fraudes de empresas e que tem trabalhado para evitar problemas desse tipo no sistema de bilhetagem eletrônica. Quando a irregularidade é constatada, o pagamento para empresa é bloqueado, diz o órgão. O G1 procurou, mas não conseguiu localizar representantes da empresa Rotha.

Até a publicação desta reportagem, o DFTrans não havia comentado a denúncia da Associação dos Auditores Fiscais do Transporte.

Para identificar o problema com a empresa Rotha, de acordo com a associação, foram mobilizados cinco auditores que levaram quatro dias para cruzar dados manualmente de aproximadamente 50 relatórios.

“Se o acesso [ao banco de dados] não fosse limitado, esse tipo de informação poderia ser extraída de forma muito mais rápida, mas demora semanas, o que poderia ser feito em uma tarde”, disse o presidente da entidade, Fernando Lima.

Pela investigação da associação, a cobrança feita pela Rotha é referente ao dia 23 de fevereiro, período em que a empresa não estava legalmente autorizada a operar porque o contrato emergencial havia vencido em janeiro de 2013.

A associação aponta, no entanto, que a empresa continuava ativa no banco de dados do sistema. O contrato foi renovado com o DFTrans em modo emergencial em 25 de março. “Os problemas de fraudes no sistema já haviam sido apontados em 2011 mas permanecem dois anos depois”, disse o presidente. “O atual sistema dá brecha para irregularidades."

O DFTrans informou que para identificar fraudes em tempo real é preciso ter um sistema de bilhetagem eletrônica mais moderno e seguro, e que um edital de licitação para substituição do sistema será publicado nos próximos meses.

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