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16/05/2013 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Gaeco denuncia sócios de loja de veículos em Maringá por estelionato e propaganda enganosa


O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Maringá ofereceu denúncia à Justiça, na quarta-feira (15), contra os sócios de uma revenda de veículos usados. A informação foi divulgada pelo Ministério Público (MP-PR) no fim da tarde.

A denúncia foi oferecida à 1ª Vara Criminal da Comarca contra Arildo Aparecido de Souza, Ester Alves Bueno de Souza - sócios da Arildo Veículos Ltda. (loja de vendas) e Ester Alves Bueno e Cia Ltda. (revenda) -, pela prática dos crimes de adulteração de velocímetro, estelionato e publicidade enganosa, e contra Éder Campinha, proprietário da empresa Rey das Chaves, pela prática dos crimes de adulteração de velocímetro em coautoria e continuidade delitiva com os outros dois denunciados.

As investigações tiveram início em junho do ano passado. O Gaeco aponta que os denunciados adulteravam os velocímetros dos automóveis destinados à locação e venda, com o objetivo de atribuir aos automóveis a aparência de veículos seminovos, ludibriando a boa-fé dos consumidores.

"Tombo do velocímetro"

A apuração do MP-PR indica que os consumidores eram enganados com relação aos veículos sinistrados que, depois de reformados e recuperados, eram vendidos como seminovos, prática conhecida popularmente como "tombo do velocímetro". Isso era feito mediante propaganda publicitária enganosa, através do slogan: "Arildo Veículos, Qualidade acima de tudo", destacam ainda os promotores de Justiça.

O Gaeco sustenta que veículos batidos, com riscos na lataria, e até capotados, entre outras avarias, passam por consertos superficiais e eram em seguida colocados à venda pelos denunciados.

A Promotoria ainda destaca, na denúncia, que a conduta dos comerciantes denunciados prejudicava a concorrência no ramo de venda de veículos usados na região.

As penas previstas são de 3 a 6 anos (por adulteração de velocímetro), de 1 a 5 anos (estelionato) e de 2 a 5 anos (propaganda enganosa).

A íntegra da denúncia está no site do MP.

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